quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Silêncio(s)

Se há coisa que tenho aprendido nestes últimos tempos é a valorizar o silêncio. Gosto muito de palavras, sou comunicativa e gosto de conversar mas ultimamente tenho tomado consciência da preciosidade do silêncio e dos problemas que ele nos pode evitar, tanto a nível profissional como a nível pessoal.
Portanto, não falo quando não devo e quando não quero e muitas vezes, mesmo que me apeteça falar é melhor pensar duas vezes. E tenho dito.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bate, bate coração


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Já estamos no fim de Agosto?

Por aqui respira-se fundo, suspira-se até e tenta-se que a ideia de recomeçar o trabalho depois das férias comece a fazer mais sentido na minha cabeça. Não tivemos as férias que queríamos mas optámos por pensar que para o ano há-de ser melhor e acima de tudo, vamos fazer por isso.

Entretanto tenho o caos instalado em pleno escritório; os senhores da Remar já cá vieram e correu tudo bem. É menos uma preocupação na minha cabeça pois não sabia o que havia de fazer à mobília velha. Agora sim, começa a extreme makeover cá em casa.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Uma pergunta

 Sabem o que é uma opinião?
 Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, uma opinião é o seguinte:

opinião
(latim
opinio, -onis)

s. f.
1. Modo de ver pessoal. = IDEIA 
2. Juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa. 
3. Adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro. = CONVICÇÃO, CRENÇ
 4. Manifestação das ideias individuais a respeito de algo ou alguém (ex.: dar a sua opinião). = PARECER, VOTO 
5. Credo político. (Usado também no plural.) = CRENÇA 
6. [Informal]  Sentimento exagerado de orgulho ou confiança em si próprio. = AMOR-PRÓPRIO, PRESUNÇÃO

Portanto, posto isto, vem a minha segunda pergunta:
Mas será que na blogosfera não se podem manifestar opiniões? Ou seja, expressar uma ideia pessoal, individual a respeito de algo?

Caramba, se uma opinião é contrária aos demais comentários, logo chovem mais comentários porque aquela pessoa não percebe disto ou daquilo e não sabe do que fala.
Aceitem a diferença meus amigos e relativizem, relativizem....

You give me something


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Só para que conste

Detesto, detesto mesmo esta época do "regresso às aulas". Maldita publicidade que entra pela casa adentro a toda a hora.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ando, literalmente, a esvaziar prateleiras. Ainda não tenho armários novos mas estou aqui, a empilhar livros e dossiers no chão no escritório e a fazer um esforço incalculável para deitar no caixote do lixo o máximo de coisas velhas daquelas que guardo só porque sim mas que não servem para nada.


Já agora, querem desfazer-se de móveis velhos e não sabem o que lhes fazer? Telefonem para a Remar. Eles marcam um dia e uma hora e vêm buscar tudo a casa. E nós ajudamos.

Tal e qual

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sábado, 20 de agosto de 2011

A minha fé*

Aos dezoito anos e no auge da minha parca rebeldia participei num programa radiofónico do qual já não me lembro do nome, na Rádio Renascença. Nessa noite, via telefone, expus a minha opinião em relação a Deus. Não acreditava Nele e ninguém me demovia desse meu princípio. Quando a jornalista me perguntou em que é que acreditava disse que acreditava em mim própria e expliquei que sendo uma pessoa normal, sem nada de extraordinário, só podia contar comigo mesma e com aquilo que sabia que poderia ou não fazer. Deus não me dava garantias e portanto, nunca poderia acreditar numa Entidade que nunca me tinha dado provas reais de nada.

Hoje, mais de dez anos depois, ainda não defini muito bem a minha relação com Deus. Umas vezes aproximo-me mais, outras vezes afasto-me e olho-O de longe.
A Igreja, como instituição, causa-me alguns arrepios nomeadamente no que diz respeito a certos radicalismos e rituais. Faz-me mesmo alguma confusão este tipo de vigílias agora vividas em Madrid, de dar vivas ao Papa, como se dele dependesse o futuro da humanidade, mas enfim... No entanto, gosto da igreja como local de reflexão e silêncio, ponto de encontro de pensamentos, decisões e até de pedidos feitos em desespero de causa [lembro-me sempre do filme protagonizado por Jim Carrey - Bruce Almighty - onde ele, passando a ter os poderes de Deus, não consegue dar conta do recado e atender a todas as pessoas do planeta].

Se acredito Nele? Acredito, mas reservo-me ao direito de duvidar de vez em quando. Nem que seja só para voltar a entrar numa igreja e em quinze minutos de silêncio ganhar mais força e otimismo para seguir em frente. Não sei se isto é ter fé mas, por agora, é com esta que posso contar.

*texto original anteriormente publicado num outro espaço

Happy!

Um sexta-feira que soube a sábado foi uma das melhores surpresas das últimas semanas.
[adoro, adoro surpresas!]
Um sábado que ainda agora está a começar e que parece domingo mas não é, é uma das melhores sensações que poderia ter, apesar de lá for o tempo estar nublado. 

Ainda não sei o que vamos fazer hoje mas um fim de semana assim, com o meu R.  (mesmo sem praia ou sol) só pode trazer coisas boas e faz-me sentir a pessoa mais feliz ao cimo da terra. 
Peço pouco mas quero o melhor desse pouco que posso ter.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não gosto muito de ciclismo


Mas gostei de ver um bocadinho da Volta a Portugal. E estes senhores iam muito depressa. Mesmo.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

The Beaver


Excelente o desempenho do Mel Gibson. Vale a pena ver.


A big smile

Este fim de semana trouxe-me pessoas novas, pessoas boas. Trouxe-me carinho e simpatia. Gostei tanto, tanto que já estou com saudades. Este fim de semana fui recebida de braços abertos e quando é tudo assim, natural e simples, fica uma sensação tão boa que é difícil de explicar. Senti-me em casa e isso diz tudo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Um país de brandos costumes

Portugal está adormecido. Quase morreu. Perante uma crise tão grave como a que vivemos presentemente há velhos hábitos que não mudam e um deles é este comodismo. Sim, sentámo-nos à sombra da bananeira e esperamos que nos caia uma solução em cima. Os portugueses são assim, serão sempre assim. Não sei se se trata de gerações: geração rasca ou geração à rasca. Não sei se isto é só uma questão de tempo mas morremos para a vida real. Fala-se demasiado em roupa, sapatos, em festas, em saídas aqui e ali, em restaurantes. Compra-se o que não se pode, quando não se pode. Dá-se importância ao que não tem importância, esquecem-se valores, desrespeita-se o próximo assim, como se nada fosse, fazem-se juízos de valor e esquece-se que acima de tudo, devemos olhar para o nosso próprio umbigo antes de apontarmos o dedo seja a quem for. É cómodo ser assim.
Somos um país de brandos costumes, pois somos. Costumes que se estão a tornar no nosso próprio buraco onde, mais tarde ou mais cedo, vamos todos cair.  Ou onde já caímos.

E ao 10º dia de férias já estou farta

Farta de estar em casa. Não, não me apetece trabalhar mas estar em casa quase a totalidade das minhas férias também cansa... Já não há livros ou séries ou filmes que me salvem . Nem a corrida ou os afazeres da casa. Ou até as arrumações. O R. sem férias este ano e eu com tantos dias para gozar mas sem paciência para estar sozinha, assim.
Talvez seja só hoje. Talvez.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Submarine


 Ainda não vi o filme mas espero sinceramente que seja tão bom como a banda sonora que já se ouve por aqui (da autoria de Alex Turner - vocalista dos Arctic Monkeys).



sábado, 6 de agosto de 2011

...

Já quase perdi as minhas esperanças em relação ao verão. Não sei onde anda, não sei para onde foi, mas por aqui, na região de Lisboa, não há vislumbre de tão estimada estação.
Resta-nos um fim de semana prolongado ali nas beiras e rezar para que os próximos fins de semana não sejam assim, nublados.
Nunca tive um verão tão vazio de sol mas tão cheio de tanta coisa boa. Nem tudo é mau, é o que vos digo.