quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Um dia, quando me casar, gostava que fosse mais ou menos assim
Simples, bonito, cheio de pormenores, descontraído, sem protocolos ou obrigações formais e ... a nossa cara.
Assim, mais ou menos como este.
(reparem no vestido... adoro; e as polaroids são o máximo e aquelas flores nas jarras de vidro e tantos outros pormenores...)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Coisas que estão na moda mas que nunca irei usar
Galochas
( a não ser quando vou para a horta dos meus avós e aí calço aquelas da feira, verdinhas, lindas e a condizer com os legumes)
domingo, 30 de outubro de 2011
Há anos que é assim
Contam-se os tostões, pensa-se duas vezes se é prioritário gastar cinco euros nisto ou naquilo ou se podemos esperar e guardar esses cinco euros que, somados a outros cinco e a outros três, farão uma pequena diferença de sessenta ou setenta euros ao fim do ano. Há anos que é assim comigo. Há anos que é assim com tantas outras pessoas deste país.
Pondera-se bem o convite que nos foi feito para aquela festa de aniversário (mesmo quando queremos estar muito com as pessoas que nos são queridas) porque, quer queiramos quer não, são mais dez ou doze euros que se gasta no restaurante (quando não é mais) e mais um tanto numa prenda e esse dinheiro até dá para pagar a água ou o gás. Ou então pensa-se duas vezes na compra daquela revista ou do jornal que habitualmente líamos ao fim de semana ou mesmo naquela blusinha barata que nos iria dar um bocadinho mais de ânimo por ser uma peça de roupa nova. Se era assim há tanto tempo, agora ainda vai ser pior.
Agora nem sequer há lugar a pensar duas vezes se podemos ou não podemos gastar: não podemos, ponto final. Não é possível pensar em prendas de Natal e, se precisamos de alguma coisa, bens de primeira necessidade, há que procurar, vasculhar bem, ver onde se pode comprar tudo com um mínimo de qualidade e o mais barato possível. Não há lugar a compras impulsivas ou à justificação foi-amor-à-primeira-vista-e-não-podia-deixar-isto-na-loja sob pena de ficarmos com um peso na consciência a seguir.
Agora nem sequer há lugar a pensar duas vezes se podemos ou não podemos gastar: não podemos, ponto final. Não é possível pensar em prendas de Natal e, se precisamos de alguma coisa, bens de primeira necessidade, há que procurar, vasculhar bem, ver onde se pode comprar tudo com um mínimo de qualidade e o mais barato possível. Não há lugar a compras impulsivas ou à justificação foi-amor-à-primeira-vista-e-não-podia-deixar-isto-na-loja sob pena de ficarmos com um peso na consciência a seguir.
Estamos a viver aquilo que os nossos pais passaram nos anos setenta e oitenta. Estamos a aprender a ser mais ponderados, poupados, mais conscientes das nossas prioridades. Estamos a crescer também com esta crise.
Acho que no fim de tudo isto, se Deus quiser e se nós nos permitirmos a isso, todos seremos melhores pessoas e iremos valorizar ainda mais o que realmente é importante.
domingo, 23 de outubro de 2011
...
"O tempo lhe ensinará que na vida os passos se dão sem bengala nem garantia."
J. Rentes Carvalho
in Tempo Contado
J. Rentes Carvalho
in Tempo Contado
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Dizer "obrigada" acho que ainda não chega
Não me esqueço de quem me ajuda. São nas pequeninas coisas do dia-a-dia, na iniciativa que tomam, na disponibilidade que demonstram, nos telefonemas que fazem só para perguntar como estou, para perguntar mesmo como estou.
Hoje trouxeram-me um bolo do café, assim, sem mais nem menos, só porque se lembraram que ainda não tinha comida nada. Comovi-me e fui um bocadinho mais feliz. Obrigada.
Hoje trouxeram-me um bolo do café, assim, sem mais nem menos, só porque se lembraram que ainda não tinha comida nada. Comovi-me e fui um bocadinho mais feliz. Obrigada.
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
É só isto
"Sendo certo que eu acredito muito que ser-se positivo ajuda a fazer fluir a comunicação entre seres humanos, já me irrita essa coisa de termos de andar sempre aos pulos e cabriolas como se fossemos tontinhos e como se ser positivo nos ajudasse a arranjar trabalhar mais depressa ou a melhorar de vida. Quando, e como, é que uma coisa que era uma ferramenta do caraças -- a capacidade de mantermos a comunicação a funcionar, género índios e europeus no tempo das descobertas -- foi transformada em "não te queixes, é nas crises é que estão as oportunidades". Isto, lamento, não é verdade. E não é preciso falar com os novos Prémios Nobel da Economia (que, by the way, também não têm plano de fuga aqui do lodaçal) para saber que as leis da economia não mudaram. Já sabemos que é nas crises que estão as oportunidades e que os vendedores de marmitas estão em alta agora que os restaurantes estão em baixo. Mas, vá lá, sejamos realistas: como sempre, nem toda a gente se vai safar como queria."
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Eu recuso-me a viver condicionada pelo medo
Prefiro arriscar a ficar à espera. Sou assim, sempre serei assim.
Boa música
Não gosto por aí além dos Arctic Monkeys no seu registo habitual mas acho que o Alex Turner fica o máximo neste registo acústico. E aquela voz só sai a ganhar. Mesmo com o cabelo à rockabilly.
Conta-me como foi*
Nasci tarde demais, confesso. Acho que não encaixo nesta década, neste presente tão libertino, tão cheio de coisas supérfluas, tão parco em valores e respeito pelo próximo. Todos os dias surpreendo-me negativamente no meu local de trabalho e todos os dias tento mediar assuntos que há anos atrás seriam considerados ridículos ou banais. Ando cansada das pessoas. Ando cansada deste tempo.
* (link)
* (link)
...
Quando olho para as crianças, quando falo com elas, vejo sempre os pais. Não que os miúdos sejam um reflexo direto dos seus progenitores ou uma cópia perfeita em ponto pequeno mas são, com certeza, fruto daquilo que lhes é transmitido. Melhor ainda, do que não lhes é transmitido.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Algum dia tinha que acontecer
Já não gosto do que faço. Doze anos depois de começar a trabalhar deixei de gostar da minha profissão.
[ou então estou só farta do sistema envolvido e apetece-me fazer coisas completamente diferentes]
E aprender a trabalhar assim? Mói, dói, revolve-me as entranhas e faz-me entrar quase em desespero.
Quase.
[ou então estou só farta do sistema envolvido e apetece-me fazer coisas completamente diferentes]
E aprender a trabalhar assim? Mói, dói, revolve-me as entranhas e faz-me entrar quase em desespero.
Quase.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Uma mulher não chora
Não é só o nome de um belíssimo blogue, é também uma afirmação cada vez mais acertada nos dias de hoje. Uma mulher não chora, uma mulher não deve chorar, uma mulher nem tem tempo para chorar. Façam elas o que fizerem.
[Não, não sou feminista, sou só muito pragmática]
[Não, não sou feminista, sou só muito pragmática]
...
Falo tanto durante todo o dia, projeto tanto a voz que chegando a casa só me apetece estar caladinha.
Isso e beber chá de perpétuas roxas, como fazia a Amália.
Isso e beber chá de perpétuas roxas, como fazia a Amália.
Talvez seja a falta de dinheiro que me faz ficar assim...
...mas o que é certo é que não encontro nada nas lojas de roupa que me apeteça comprar.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
...
O meu cansaço acumula-se nos pés...vai descendo devagar durante todo o dia e a esta hora da noite está ali, a latejar.
[Ontem escrevi ali o meu desejo mas esqueci-me de acrescentar que a cereja no topo do bolo seria uma massagem nos pés enquanto descansava tranquilamente]
[Ontem escrevi ali o meu desejo mas esqueci-me de acrescentar que a cereja no topo do bolo seria uma massagem nos pés enquanto descansava tranquilamente]
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Desejo
Um dia inteiro em casa, sentada a ver tv, de chocolate quente na mão. O almoço e jantar feitos, a casa arrumada e a roupa passada a ferro. E o trabalho deixado no seu devido lugar, lá... no trabalho.
[Não peço muito]
Nunca estive tão cansada (nem nos tempos do mestrado), mas nunca fui tão feliz.
[Não peço muito]
Nunca estive tão cansada (nem nos tempos do mestrado), mas nunca fui tão feliz.
domingo, 18 de setembro de 2011
Tão bonito
Projeto Amélie
Pequenas acções que tenham como objectivo mudar o mundo. Acções desinteressadas, que façam alguém sorrir, sentir-se melhor, emocionar-se, etc. Qualquer coisa que mude o dia a dia de algumas (mas basta uma) pessoas. Partilhem ideias, coisas que viram, histórias, etc.
Pequenas acções que tenham como objectivo mudar o mundo. Acções desinteressadas, que façam alguém sorrir, sentir-se melhor, emocionar-se, etc. Qualquer coisa que mude o dia a dia de algumas (mas basta uma) pessoas. Partilhem ideias, coisas que viram, histórias, etc.
Meia-noite em Paris
Há muito tempo que não gostava tanto de um filme. Não conheço Paris mas senti-me maravilhada a cada segundo do filme: pela fotografia, pelos diálogos, pelas personagens.
É um filme que fala da realidade, do que podemos e devemos trazer do passado e daquilo que tem de ser deixado para trás. É no presente que nos reinventamos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
"Deixa-te de ilusões"
Isto passei eu a dizer hoje para mim própria. Gosto de acreditar nas pessoas, na boa-vontade das pessoas, mas, sinceramente, há pessoas más. Tão más que têm gosto em ver a lado mais fraco dos outros, bebem a sua insegurança como se de um sumo vitaminado se tratasse e no fim, ficam-se a rir.
Pois bem, a partir de hoje, esta que hoje aqui escreve vai deixar de ter coração mole e vai partir para um estado de mais frieza que de simpatia. Pelo menos, para alguns.
Vivendo e aprendendo.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O meu mundo faz-se de cá para lá
Apesar de tudo que já me aconteceu, nunca fui de ficar a remoer arrependimentos ou a chorar sobre as coisas más. Passado é passado e aquilo que já foi não volta a ser ou, pelo menos, não deveria ser assim. Mal ou bem, sempre tive a capacidade (sabe-se lá como) de esquecer as coisas más que me aconteceram e falamos de momentos que vão desde a infância até à idade adulta. Quando a minha irmã me pergunta se me lembro de certos acontecimentos maus, nunca me recordo deles. Consciente ou inconscientemente, esqueço. O meu cérebro faz a seleção natural do que é mais importante na minha vida e deixa-me ficar apenas com o que de bom já vivi. Nada mau, parece-me, mas não deixa de ser perigoso. Ainda assim acho que esta minha defesa é um bom motivo para continuar a acreditar e não perder a fé nas pessoas. Poderia chamar-lhe de ingenuidade ou até de ignorância mas eu prefiro dizer que me dou a mim mesma segundas oportunidades e faço a minha vida seguir em frente, independentemente de tudo o resto.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
...
E depois dos últimos três posts só consigo chegar a uma conclusão: não escrevo muito mas ando aqui feita barata tonta com as emoções à flor da pele.
Como uma frase me faz chorar
"Fiz uma força lenta que começou cá em cima ao pé do coração e a minha filha nasceu."
in Vou ter um bebé na Austrália
in Vou ter um bebé na Austrália
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
...
Um casamento sexta-feira à noite, umas bodas de prata no sábado, um almoço de família ao domingo, uma tarde passada a jogar bowling e uma noite de cinema em casa. Passou-se o primeiro fim de semana de Setembro e eu só tenho uma palavra para o descrever: excelente!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
...
Começo o trabalho sem ânimo, sem expectativas. Não sei como vai ser este ano, não quero pensar muito nisso ou assusto-me a sério. Dois cargos para uma pessoa só é dose e ainda não sei como vou lidar com isso; ainda não sei como vou levar a cabo isto de "mandar" em algumas pessoas, dar ordens, distribuir trabalho e toda uma série de situações que ainda são mais complicadas. Depois vem tudo o resto, o que sempre fiz. O que sei fazer melhor.
Não sou de fugir às responsabilidades e sei que vou dar o meu melhor, sei que vou aprender mais, sei que vou entrar ali cheia de medo todos os dias, mas há-de passar, um dia há-de passar. Afinal, é o medo que faz avançar e eu nunca fui de voltar para trás.
É assim
Parece que agora a crise valida qualquer tipo de injustiça que aconteça a nível profissional. E parece que nem temos direito a reclamar. Este é o país que temos; isto é aquilo que vivo agora.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Silêncio(s)
Se há coisa que tenho aprendido nestes últimos tempos é a valorizar o silêncio. Gosto muito de palavras, sou comunicativa e gosto de conversar mas ultimamente tenho tomado consciência da preciosidade do silêncio e dos problemas que ele nos pode evitar, tanto a nível profissional como a nível pessoal.
Portanto, não falo quando não devo e quando não quero e muitas vezes, mesmo que me apeteça falar é melhor pensar duas vezes. E tenho dito.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Já estamos no fim de Agosto?
Por aqui respira-se fundo, suspira-se até e tenta-se que a ideia de recomeçar o trabalho depois das férias comece a fazer mais sentido na minha cabeça. Não tivemos as férias que queríamos mas optámos por pensar que para o ano há-de ser melhor e acima de tudo, vamos fazer por isso.
Entretanto tenho o caos instalado em pleno escritório; os senhores da Remar já cá vieram e correu tudo bem. É menos uma preocupação na minha cabeça pois não sabia o que havia de fazer à mobília velha. Agora sim, começa a extreme makeover cá em casa.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Uma pergunta
Sabem o que é uma opinião?
Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, uma opinião é o seguinte:
opinião
(latim opinio, -onis)
Portanto, posto isto, vem a minha segunda pergunta:
Mas será que na blogosfera não se podem manifestar opiniões? Ou seja, expressar uma ideia pessoal, individual a respeito de algo?
Caramba, se uma opinião é contrária aos demais comentários, logo chovem mais comentários porque aquela pessoa não percebe disto ou daquilo e não sabe do que fala.
Aceitem a diferença meus amigos e relativizem, relativizem....
Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, uma opinião é o seguinte:
opinião
(latim opinio, -onis)
s. f.
1. Modo de ver pessoal. = IDEIA
2. Juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa.
3. Adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro. = CONVICÇÃO, CRENÇ
4. Manifestação das ideias individuais a respeito de algo ou alguém (ex.: dar a sua opinião). = PARECER, VOTO
5. Credo político. (Usado também no plural.) = CRENÇA
6. [Informal] Sentimento exagerado de orgulho ou confiança em si próprio. = AMOR-PRÓPRIO, PRESUNÇÃO
2. Juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa.
3. Adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro. = CONVICÇÃO, CRENÇ
4. Manifestação das ideias individuais a respeito de algo ou alguém (ex.: dar a sua opinião). = PARECER, VOTO
5. Credo político. (Usado também no plural.) = CRENÇA
6. [Informal] Sentimento exagerado de orgulho ou confiança em si próprio. = AMOR-PRÓPRIO, PRESUNÇÃO
Portanto, posto isto, vem a minha segunda pergunta:
Mas será que na blogosfera não se podem manifestar opiniões? Ou seja, expressar uma ideia pessoal, individual a respeito de algo?
Caramba, se uma opinião é contrária aos demais comentários, logo chovem mais comentários porque aquela pessoa não percebe disto ou daquilo e não sabe do que fala.
Aceitem a diferença meus amigos e relativizem, relativizem....
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Só para que conste
Detesto, detesto mesmo esta época do "regresso às aulas". Maldita publicidade que entra pela casa adentro a toda a hora.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ando, literalmente, a esvaziar prateleiras. Ainda não tenho armários novos mas estou aqui, a empilhar livros e dossiers no chão no escritório e a fazer um esforço incalculável para deitar no caixote do lixo o máximo de coisas velhas daquelas que guardo só porque sim mas que não servem para nada.
Já agora, querem desfazer-se de móveis velhos e não sabem o que lhes fazer? Telefonem para a Remar. Eles marcam um dia e uma hora e vêm buscar tudo a casa. E nós ajudamos.
Já agora, querem desfazer-se de móveis velhos e não sabem o que lhes fazer? Telefonem para a Remar. Eles marcam um dia e uma hora e vêm buscar tudo a casa. E nós ajudamos.
sábado, 20 de agosto de 2011
A minha fé*
Aos dezoito anos e no auge da minha parca rebeldia participei num programa radiofónico do qual já não me lembro do nome, na Rádio Renascença. Nessa noite, via telefone, expus a minha opinião em relação a Deus. Não acreditava Nele e ninguém me demovia desse meu princípio. Quando a jornalista me perguntou em que é que acreditava disse que acreditava em mim própria e expliquei que sendo uma pessoa normal, sem nada de extraordinário, só podia contar comigo mesma e com aquilo que sabia que poderia ou não fazer. Deus não me dava garantias e portanto, nunca poderia acreditar numa Entidade que nunca me tinha dado provas reais de nada.
Hoje, mais de dez anos depois, ainda não defini muito bem a minha relação com Deus. Umas vezes aproximo-me mais, outras vezes afasto-me e olho-O de longe.
A Igreja, como instituição, causa-me alguns arrepios nomeadamente no que diz respeito a certos radicalismos e rituais. Faz-me mesmo alguma confusão este tipo de vigílias agora vividas em Madrid, de dar vivas ao Papa, como se dele dependesse o futuro da humanidade, mas enfim... No entanto, gosto da igreja como local de reflexão e silêncio, ponto de encontro de pensamentos, decisões e até de pedidos feitos em desespero de causa [lembro-me sempre do filme protagonizado por Jim Carrey - Bruce Almighty - onde ele, passando a ter os poderes de Deus, não consegue dar conta do recado e atender a todas as pessoas do planeta].
Se acredito Nele? Acredito, mas reservo-me ao direito de duvidar de vez em quando. Nem que seja só para voltar a entrar numa igreja e em quinze minutos de silêncio ganhar mais força e otimismo para seguir em frente. Não sei se isto é ter fé mas, por agora, é com esta que posso contar.
*texto original anteriormente publicado num outro espaço
Happy!
Um sexta-feira que soube a sábado foi uma das melhores surpresas das últimas semanas.
[adoro, adoro surpresas!]
Um sábado que ainda agora está a começar e que parece domingo mas não é, é uma das melhores sensações que poderia ter, apesar de lá for o tempo estar nublado.
Ainda não sei o que vamos fazer hoje mas um fim de semana assim, com o meu R. (mesmo sem praia ou sol) só pode trazer coisas boas e faz-me sentir a pessoa mais feliz ao cimo da terra.
Peço pouco mas quero o melhor desse pouco que posso ter.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
A big smile
Este fim de semana trouxe-me pessoas novas, pessoas boas. Trouxe-me carinho e simpatia. Gostei tanto, tanto que já estou com saudades. Este fim de semana fui recebida de braços abertos e quando é tudo assim, natural e simples, fica uma sensação tão boa que é difícil de explicar. Senti-me em casa e isso diz tudo.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Um país de brandos costumes
Portugal está adormecido. Quase morreu. Perante uma crise tão grave como a que vivemos presentemente há velhos hábitos que não mudam e um deles é este comodismo. Sim, sentámo-nos à sombra da bananeira e esperamos que nos caia uma solução em cima. Os portugueses são assim, serão sempre assim. Não sei se se trata de gerações: geração rasca ou geração à rasca. Não sei se isto é só uma questão de tempo mas morremos para a vida real. Fala-se demasiado em roupa, sapatos, em festas, em saídas aqui e ali, em restaurantes. Compra-se o que não se pode, quando não se pode. Dá-se importância ao que não tem importância, esquecem-se valores, desrespeita-se o próximo assim, como se nada fosse, fazem-se juízos de valor e esquece-se que acima de tudo, devemos olhar para o nosso próprio umbigo antes de apontarmos o dedo seja a quem for. É cómodo ser assim.
Somos um país de brandos costumes, pois somos. Costumes que se estão a tornar no nosso próprio buraco onde, mais tarde ou mais cedo, vamos todos cair. Ou onde já caímos.
Somos um país de brandos costumes, pois somos. Costumes que se estão a tornar no nosso próprio buraco onde, mais tarde ou mais cedo, vamos todos cair. Ou onde já caímos.
E ao 10º dia de férias já estou farta
Farta de estar em casa. Não, não me apetece trabalhar mas estar em casa quase a totalidade das minhas férias também cansa... Já não há livros ou séries ou filmes que me salvem . Nem a corrida ou os afazeres da casa. Ou até as arrumações. O R. sem férias este ano e eu com tantos dias para gozar mas sem paciência para estar sozinha, assim.
Talvez seja só hoje. Talvez.
Talvez seja só hoje. Talvez.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Submarine
Ainda não vi o filme mas espero sinceramente que seja tão bom como a banda sonora que já se ouve por aqui (da autoria de Alex Turner - vocalista dos Arctic Monkeys).
sábado, 6 de agosto de 2011
...
Já quase perdi as minhas esperanças em relação ao verão. Não sei onde anda, não sei para onde foi, mas por aqui, na região de Lisboa, não há vislumbre de tão estimada estação.
Resta-nos um fim de semana prolongado ali nas beiras e rezar para que os próximos fins de semana não sejam assim, nublados.
Nunca tive um verão tão vazio de sol mas tão cheio de tanta coisa boa. Nem tudo é mau, é o que vos digo.
Resta-nos um fim de semana prolongado ali nas beiras e rezar para que os próximos fins de semana não sejam assim, nublados.
Nunca tive um verão tão vazio de sol mas tão cheio de tanta coisa boa. Nem tudo é mau, é o que vos digo.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Porque é que nos esquecemos tantas vezes disto?
As pessoas são como os arco-íris: nós nunca nos entendemos nas sete cores, mas se nos entendermos em três ou quatro já é muito bom.
António Lobo Antunes
António Lobo Antunes
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
The final image
Estes são só três dos meus filmes preferidos. Aliás, são as últimas imagens de três dos meus filmes preferidos. Adivinham quais são?
- The Final Image -
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Susto
Uma derrapagem em plena rotunda aqui do meu bairro. Alguma chuva a cair e eu ia devagar, ia a pensar na última vez que isso me aconteceu (no ano passado), ia com todo o cuidado e mesmo assim, de nada adiantou. Duas guinadas no volante, desviar-me de um carro, desviar-me do passeio e não sair da minha faixa de direção - não sei como consegui fazer tudo isto, não sei. Pela segunda vez nada me aconteceu, pela segunda vez tive sorte. Sentir a traseira do carro a fugir é uma sensação horrível que não quero voltar a repetir. Desta vez não quis saber se foi azelhice minha ou não. Já fui à oficina e amanhã mudo os pneus traseiros do carro.
Ainda estou a tremer. Ainda não deixei de pensar nisto. Ainda acho que não foi só sorte.
Mequinhos vs. Tropical
Eu sempre adorei o Restaurante Mequinhos, ali , na Aldeia do Meco. Acontece que das últimas vezes que lá fui o atendimento foi mau, a rondar o péssimo mesmo. Pouca simpatia, longos minutos de espera, frieza no atendimento... enfim... no entanto, dei sempre o benefício da dúvida porque gostava mesmo dos Barros que lá serviam e o preço era bastante convidativo. Acontece que este fim de semana fui jantar para esses lados e, mais uma vez, na nossa boa fé, tentámos o Mequinhos. Meus amigos... não vale a pena. Nos quinze minutos que ficámos à espera de mesa deu para observar a desorganização que vai naquele restaurante: desde mesas que não são levantadas e colocadas de novo para quem está à espera, passando pelo facto da maior parte das pessoas sentadas não estarem a comer e acabando nos empregados que parecem completamente desorientados no serviço que têm a fazer. Acabámos por sair e fomos a outro restaurante ali perto - o Tropical. Pois bem.. foi a melhor decisão da noite. Uma sangria de frutos vermelhos de beber e chorar por mais, a comida veio sem demoras e estava ótima, a organização dos empregados era notória e não houve lugar a grandes esperas, em dez minutos estávamos sentados. Escusado será dizer onde passaremos a ir quando o dia de praia for ali para aqueles lados...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Filmes
Vejo blogues como este e assusto-me. Sinto-me cinematograficamente falando, uma inculta. Eu, que adoro cinema, ainda não vi metade dos filmes que gostaria de ver. Falham-me os clássicos, os grandes clássicos.
E depois ando à procura deste filme há anos e não o encontro.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Sem tirar nem pôr
Estranho que quem se indigna contra o código de vestuário da Católica pareça estar convencido de que fala em nome da maioria das pessoas - sendo que, na sua maioria, são pessoas que nunca estudariam na Católica por uma questão de princípio. Sou contra, evidentemente (sou contra qualquer proibição do decote, seja em que circunstâncias for), mas não acho assim tão evidente que esta tenha sido uma má decisão da Católica (cá estaremos para o avaliar). É uma instituição privada que tomou uma decisão que só afecta quem lá estuda e trabalha. Com a liberdade vem a tolerância, ó libertinos.
in
terça-feira, 12 de julho de 2011
"Venha cá, Bernardo!"
Não, nunca me senti à vontade em ambientes que as mães e os pais tratam os seus filhos por "você". Nunca me senti à vontade e não faço um esforço para me integrar. Prefiro sair e deixá-los a viver naturalmente o seu estranho "eduquês".
domingo, 10 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Eu?
(...)
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei pra aqui chegar
Eu vou pra longe
Pra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
(...)
José Mário Branco
Eu vim de longe
De muito longe
O que eu andei pra aqui chegar
Eu vou pra longe
Pra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos pra nos dar
(...)
José Mário Branco
sexta-feira, 1 de julho de 2011
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