sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

De 2011 só levo o melhor

Este ano aprendi que há coisas que vão para além das nossas possibilidades. Aprendi a viver com menos mas a ter sempre o coração cheio. Aprendi que não basta acreditar, é preciso aceitar. Aprendi que as crises também unem as pessoas e que a assertividade não é um dado adquirido, mas sim uma qualidade que se vai construindo diariamente, de acordo as necessidades profissionais e com o que nos é exigido. Aprendi a ser mais tolerante com os outros e comigo mesma. Cresci com amor, com o teu amor. E isso, sim foi o que de melhor eu tive em 2011.

Para 2012 não há muitos desejos. Três apenas.
Saúde, para mim e para os meus.
Trabalho, para os meus pais e para as minhas pessoas.
Amor, amizade e harmonia entre todos nós, amigos e família.

Chega. São três desejos sem cueca azul ou passas. Tudo polvilhado com um bocadinho de boa-sorte e a promessa de que não vou perder a determinação, a coragem e força de vontade e que, acima de tudo,  não vou desistir dos meus sonhos.


Feliz 2012!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Have yourself a merry little Christmas

Como sempre, como todos os anos, a família reúne-se. Só isso já um motivo mais que suficiente para gostar do Natal! Mesmo com o stress habitual da época, com menos luzes e sem prendas. O mês de Dezembro será sempre especial para mim...


Aos poucos que me lêem, aos meus amigos, conhecidos, pessoas desconhecidas que por aqui passam. A todas as crianças, a quem está nos hospitais, a quem sofreu desilusões, a quem se sente perdido, a quem precisa de um abraço, a quem se sente só. Àqueles que estão a sofrer, que precisam de alguém. À minha irmã. Aos meus pais. A ti.

Só posso desejar...
Feliz Natal!

Mas deixemos as dúvidas para depois

O nosso Natal este ano vai ser diferente  Repartido entre cá e lá. Porque só assim fazia sentido.


...

Por momentos fiquei assim, meio introspetiva, meio calada, meio sem vontade de nada. Tenho tanta coisa para fazer mas há duas coisas que não me saem da cabeça e acima de tudo, há uma interrogação constante.
Sempre ouvi dizer que é pela dúvida que se faz o caminho para a frente. As minhas dúvidas podem não se tornar certezas mas espero que me ajudem a perceber e a ver mais claramente o sentido de tudo o que faço.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Eu sei que não devia

Mas hoje preciso de chocolate e de comprar qualquer coisa para mim. Nem que seja um pijama daquelas fofinhos. Mando embrulhar e tudo.

Solstício de Inverno

Começa hoje o Inverno e começa um novo ciclo de Sol. Que seja o prenúncio de dias mais luminosos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma boa surpresa



Estava assim, reticente em relação a esta série. Mas numa destas noites dei-lhe uma oportunidade e logo ao primeiro episódio fiquei completamente rendida.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Hoje foi, realmente, um dia 13

Vá... mas eu só preciso de ter mais atenção aos outros dias e pensar que esses são dias de sorte. Hoje foi um dia muito difícil e mais ainda porque tive azar; paciência. O cansaço acumulado não ajudou em nada. Melhores dias virão.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Adegga Wine Market


Quem diria que eu, andorinha voa-voa de cabeça no ar, sonhadora em todos os sentidos e esquisita quanto a paladares iria provar e beber mais de dez vinhos numa só tarde?
Não... nunca gostei muito de vinhos mas ultimamente esse gosto tem vindo a modificar-se. É como quando se prova Sushi, nunca se gosta à primeira mas se passarmos a insistir o paladar vai-se habituando e começamos a ter outro prazer quando o comemos. Pois bem, com o vinho tem sido assim; já há algum tempo que tenho andado a aprender a apreciá-lo e ontem dei por mim a provar uma variedade tal que a dormência nas pernas começou a notar-se. Não caí para o lado mas mais um bocadinho e já não me levantava dos sofás que por lá havia... Ah, e trouxemos três vinhos. Do melhor que há. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ninguém é dono da verdade

Faz-me um bocadinho de espécie ouvir algumas pessoas a falar bem de si próprias, constantemente, como se fossem donas da verdade  (dizendo sempre que não, pois claro, que é só a sua opinião, é só o que elas fazem) como se mais ninguém fizesse igual ou até melhor, elogiando-se a si mesmas e dando uma falsa impressão de uma boa auto-estima. Para mim são apenas pessoas que precisam de ocultar as suas fraquezas e receber elogios a torto e a direito, falsificados na maioria das vezes,  para se sentirem bem no seu dia-a-dia. Nada mais.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

De abalada

Está uma das minhas colegas. Um braço-direito que me valeu quase todos os dias desde que para lá foi. Uma pessoa tão compreensiva, quanto generosa. Que me ouviu nos dias de desespero, que se prontificou a ajudar sempre que precisei, que me segurou e me fez respirar fundo muitas das vezes. Hoje saiu rumo a um futuro melhor para ela, para aquilo que realmente gosta de fazer, com melhores condições e uma melhor remuneração. Estou feliz por ela mas também estou triste e foi inevitável a emoção ao despedir-me dela. 
Obrigada por tudo, Ana. Estou-lhe muito grata. 

Uma destas vai ser minha

The beauty of the Kimmidoll® range lies in the gorgeous inspirational values that each doll expresses. While they look individual, there is one philosophy that all the Kimmidolls share, and that is about celebrating important values in life’s journey such as kindness, happiness, joy and respect. 
Belief

Strength

Wealth

Harmony

Love

Hope

Compassionate

Peaceful

Positive

Good Luck

sábado, 26 de novembro de 2011

...

Sendo que a esta hora tenho a minha cara-metade a caminho do jogo do Benfica, completamente eufórico, entusiasmado e cheio de esperança que ganhe, surge uma questão (se calhar completamente descabida) na minha cabeça.
Não querendo fazer generalizações, a maioria dos homens adora e vibra com futebol, por isso eu pergunto, qual é a paixão que, nas mulheres, se assemelha a esta dos homens?

Mariquinhas, caprichosa, ou outra coisa qaulquer

Há dias em que gostava de ter algumas coisas que não tenho. Há dias em que tenho inveja (sem maldade ou raiva) de quem tem o que eu não posso ter. Há dias em penso que merecia um bocadinho mais. Há dias em que fico triste só por isso. É capricho talvez, é egoísmo também, é mariquice minha ou mimo a mais como muitos podem dizer. Mas não sou perfeita. O dinheiro não traz felicidade mas digam o que disserem, ajuda em algumas coisas. Infelizmente nem sempre tudo é como gostaríamos que fosse e mesmo aceitando a nossa condição, os nossos limites, as nossas prioridades, há dias em que este sentimento me assola e nem sempre é fácil fazê-lo desaparecer. Hoje é um dia assim. Paciência. Só preciso de tempo para voltar a assumir na minha consciência, racionalmente, que ter pouco não significa ter menos, significa somente viver bem com o que se tem. E eu sei disso, mas há dias assim, mais inconscientes. Só isso. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Para bom entendedor, meia palavra basta

Às vezes gostava que o provérbio ali em cima fosse, de facto, real. As entrelinhas são tramadas, essa é que é essa.

Tem de ser?

Uma vez escrevi este texto para um amiga, hoje reescrevo-o e publico-o para mim, porque o encontrei e me fez bem lê-lo.


Mas desde quando tem de ser? Tem de ser quando eu quiser e quando me apetecer. Não tem de ser hoje e agora só para mostrar que somos fortes e avançamos na linha da vida. Tem de ser apenas o que sinto, o que mostro, o que sou. Quando e como quero. Todos os dias.  Não quando os outros querem ou acham bem. 
Se me apetecer cair, caio. Se quiser ir ao fundo vou, não tenho de me levantar e ser assim, só porque sim. Não tenho de caminhar em frente porque a lei da vida assim o exige e a sociedade me diz que é o mais acertado. E se eu quiser ser do contra? Tem de ser?
Desde quando o "tem de ser" ou o "tens de ser forte" me faz mais forte? Desde quando essas três palavras me fazem sair do que sinto, esquecer o que vai na minha cabeça? 

O poder de escolha não está nas palavras que nos dizem, não está nas dezenas de pessoas que dizem que deve ser assim porque é mais acertado. Dizerem " tens de ultrapassar isso", "tens de ser forte", "tens de ser capaz" ... isso não acrescenta nada, nem ajuda sequer. E digo-o com plena convicção porque já o senti na pele. Ninguém o faz por mal, é certo,  mas não, não ajuda. Apenas pressiona. 
Diferente seria dizer que posso ver as coisas de outra forma. E é isso. Não tenho de... mas posso. Posso mudar isto e aquilo, posso fazer o que me apetece, posso. É uma escolha e é somente isso que precisamos para se abrirem alguns caminhos à nossa frente e optar por um. Sozinhos, a maior parte das vezes. Porque, quer queiram quer não, digam o que disserem, são as nossas convicções que prevalecem e só percebemos o que somos assim, tropeçando, ficando lá no fundo e saindo do poço quando queremos, quando podemos, quando nos sentimos capazes para tal e não quando os outros dizem que tem de ser. 

Ainda bem que é sexta-feira

Hoje quando saí do meu trabalho quase disse aquilo ali em cima
"se perguntarem por mim, digam que voei".


(...)





Apetece-me tantas vezes voar dali para fora.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Até que enfim... quem fala a verdade não merece castigo

Isto da troika e do Portugal-bom-aluno e do tão-sempre-a-fazer-greves tem mesmo aquele fedor do salazarismo que até na classe política se manifesta, o medo de desagradar ao patrão que nos dá de comer pobres de deus que não merecemos tanto é melhor é viver caladinho e obediente sem levantar cabelo que ainda nos tiram o pouco que temos, lá andamos a ir mostrar a caderneta todos os dias a mostrar à professora para ela não meter mais bolinhas vermelhas e pelo caminho chibando os colegas que não são meninos da mamã. Hoje há greve geral e há-de haver muito boa gente a achar que trabalhando com afinco e olhando para o chão, tudo se resolve.


in Perdido pela Cidade


Até acho que se devia criar uma Igreja universal do trabalho com afinco, rapidez e servidão. Para salvar os portugueses da crise! Amén!

Tem dias


- link -

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

...

Eu gostava mesmo era de ver o que algumas pessoas vêem. Gostava também de perceber como o fazem e que critérios estabelecem para que assim seja. Gostava mesmo. Gostava também de lhes dizer que aquela conversa do "és muito esquisita" comigo não funciona e gostava de perceber qual foi o dia em que lhes dei abertura para me adjectivarem assim. Sobretudo quando a conversa vem de pessoas que não me conhecem bem ou então que julgam que me conhecem mas estão muito longe da realidade. Gostava também de compreender porque insistem a bater na mesma tecla, quando apenas digo "não vale a pena" ou então "é esta a minha opinião e a minha forma de estar na vida". E gostava de  perceber onde anda o respeito pelo espaço dos outros, o meu espaço neste caso, as minhas escolhas. Aliás, é meio caminho andado para a conversa parar logo ali e cá dentro, na minha cabecinha, mandá-los logo para o outro lado. Aliás, gostava de o fazer mesmo com todas as palavrinhas, mas a boa conduta diz-me que é melhor assim. Com uma musiquinha, pois claro.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Assim

Com uma camisa básica branca, a gravata com nó meio desfeito, um casaco de malha e botas.
Ele fica o máximo e eu de olhos a brilhar fiquei quando vi a cara de surpresa que ele fez quando encontrou esta surpresa debaixo da almofada.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

La Meglio Gioventu


Lembro-me deste filme várias vezes. Muitas vezes porque me sinto como a Giorgia, num mundo à parte. Outras vezes só porque sim, porque é um belíssimo filme, o meu preferido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

...

Há dois tipos de presentes que nunca ofereço se não conhecer bem uma pessoa: perfumes e livros. É por isso que vou oferecer a mim própria um (dois, talvez) livro(s) este Natal. Embrulhado num papel bonito, debaixo da minha árvore de Natal. Porque sei perfeitamente o que quero ler, o que me faz bem, o que preciso.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Hoje deram-me 27 anos

:D

Selecção de todos nós

Os portugueses conseguem, têm o dom de se iludir com o futebol, de esquecer quase tudo  o resto por causa de um jogo, de se sentirem mais felizes depois de noventa minutos com a bola a rolar no campo. Somos assim mesmo e não acho que haja nada que faça mudar isso. Se calhar, até é bom que assim seja. Haja momentos de felicidade, imagens que façam sorrir, gritos de histeria, saltos de alegria. Viver o momento é o que se quer neste presente tão bicudo em que nos encontramos. 
Mas como em tudo o resto, há limites para o que se dá, o que se pede e aquilo que acontece nos meandros destas trocas de golos e festejos e é disso não me esqueço sempre que há um jogo de futebol.

Selecção de todos nós? Não. É apenas a selecção portuguesa,  feita de jogadores que na sua maioria nem jogam em Portugal. Uma selecção mais de uns que de outros. Mais deles próprios que dos restantes portugueses, mesmo daqueles que vibram e vivem os jogos como se de uma vitória pessoal se tratasse. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ritual

Para o trabalho vou a ouvir a Rádio Comercial, quando venho para casa oiço a Marginal ou então não. É só o silêncio.

É a vida

Ando aqui, a tentar reorganizar-me por dentro e por fora. Longe de me querer lamentar, apenas quero e posso dizer que os últimos meses foram, talvez, os mais duros na minha vida. Na vida da minha família. Nunca pensamos que as coisas possam correr tão mal assim, mas correm e podem acontecer-nos a nós. E acontecem mesmo.
É a vida, dirão uns. É mesmo, é só a vida a acontecer assim porque calhou, porque tem de ser. Não acho que tudo seja determinado pelas nossas escolhas nem acredito que seja destino ou coisa que o valha. Custa a aceitar, custa acordar todos os dias, mas se não nos fizermos à estrada, a luz ao fundo do túnel tardará a chegar e eu ainda acredito que há uma luz para mim e para os meus.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

You sneaky mom!


Um dia, quando me casar, gostava que fosse mais ou menos assim

Simples, bonito, cheio de pormenores, descontraído, sem protocolos ou obrigações formais e ... a nossa cara.
Assim, mais ou menos como este.

(reparem no vestido... adoro; e as polaroids são o máximo e aquelas flores nas jarras de vidro e tantos outros pormenores...)


domingo, 30 de outubro de 2011

Há anos que é assim

Contam-se os tostões, pensa-se duas vezes se é prioritário gastar cinco euros nisto ou naquilo ou se podemos esperar e guardar esses cinco euros que, somados a outros cinco e a outros três, farão uma pequena diferença de sessenta ou setenta euros ao fim do ano. Há anos que é assim comigo. Há anos que é assim com tantas outras pessoas deste país. 
Pondera-se bem o convite que nos foi feito para aquela festa de aniversário (mesmo quando queremos estar muito com as pessoas que nos são queridas) porque, quer queiramos quer não, são mais dez ou doze euros que se gasta no restaurante (quando não é mais) e mais um tanto numa prenda e esse dinheiro até dá para pagar a água ou o gás. Ou então pensa-se duas vezes na compra daquela revista ou do jornal que habitualmente líamos ao fim de semana ou mesmo naquela blusinha barata que nos iria dar um bocadinho mais de ânimo por ser uma peça de roupa nova. Se era assim há tanto tempo, agora ainda vai ser pior.
Agora nem sequer há lugar a pensar duas vezes se podemos ou não podemos gastar: não podemos, ponto final. Não é possível pensar em prendas de Natal e, se precisamos de alguma coisa, bens de primeira necessidade, há que procurar, vasculhar bem, ver onde se pode comprar tudo com um mínimo de qualidade e o mais barato possível. Não há lugar a compras impulsivas ou à justificação foi-amor-à-primeira-vista-e-não-podia-deixar-isto-na-loja sob pena de ficarmos com um peso na consciência a seguir.
Estamos a viver aquilo que os nossos pais passaram nos anos setenta e oitenta. Estamos a aprender a ser mais ponderados, poupados, mais conscientes das nossas prioridades. Estamos a crescer também com esta crise. 
Acho que no fim de tudo isto, se Deus quiser e se nós nos permitirmos a isso, todos seremos melhores pessoas e iremos valorizar ainda mais o que realmente é importante. 

domingo, 23 de outubro de 2011

...

"O tempo lhe ensinará que na vida os passos se dão sem bengala nem garantia."


J. Rentes Carvalho
in Tempo Contado

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dizer "obrigada" acho que ainda não chega

Não me esqueço de quem me ajuda. São nas pequeninas coisas do dia-a-dia, na iniciativa que tomam, na disponibilidade que demonstram, nos telefonemas que fazem só para perguntar como estou, para perguntar mesmo como estou.
Hoje trouxeram-me um bolo do café, assim, sem mais nem menos, só porque se lembraram que ainda não tinha comida nada. Comovi-me e fui um bocadinho mais feliz. Obrigada.

...

- link -

domingo, 16 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

É só isto

"Sendo certo que eu acredito muito que ser-se positivo ajuda a fazer fluir a comunicação entre seres humanos, já me irrita essa coisa de termos de andar sempre aos pulos e cabriolas como se fossemos tontinhos e como se ser positivo nos ajudasse a arranjar trabalhar mais depressa ou a melhorar de vida. Quando, e como, é que uma coisa que era uma ferramenta do caraças -- a capacidade de mantermos a comunicação a funcionar, género índios e europeus no tempo das descobertas -- foi transformada em "não te queixes, é nas crises é que estão as oportunidades". Isto, lamento, não é verdade. E não é preciso falar com os novos Prémios Nobel da Economia (que, by the way, também não têm plano de fuga aqui do lodaçal) para saber que as leis da economia não mudaram. Já sabemos que é nas crises que estão as oportunidades e que os vendedores de marmitas estão em alta agora que os restaurantes estão em baixo. Mas, vá lá, sejamos realistas: como sempre, nem toda a gente se vai safar como queria."

do excelente blogue Quem sai aos Seus

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Eu recuso-me a viver condicionada pelo medo

Prefiro arriscar a ficar à espera. Sou assim, sempre serei assim.

Boa música

Não gosto por aí além dos Arctic Monkeys no seu registo habitual mas acho que o Alex Turner fica o máximo neste registo acústico. E aquela voz só sai a ganhar. Mesmo com o cabelo à rockabilly.

Conta-me como foi*

Nasci tarde demais, confesso. Acho que não encaixo nesta década, neste presente tão libertino, tão cheio de coisas supérfluas, tão parco em valores e respeito pelo próximo. Todos os dias surpreendo-me negativamente no meu local de trabalho e todos os dias tento mediar assuntos que há anos atrás seriam considerados ridículos ou banais. Ando cansada das pessoas. Ando cansada deste tempo.

* (link)

...

Quando olho para as crianças, quando falo com elas, vejo sempre os pais. Não que os miúdos sejam um reflexo direto dos seus progenitores ou uma cópia perfeita em ponto pequeno mas são, com certeza, fruto daquilo que lhes é transmitido. Melhor ainda, do que não lhes é transmitido.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Algum dia tinha que acontecer

Já não gosto do que faço. Doze anos depois de começar a trabalhar deixei de gostar da minha profissão.

[ou então estou só farta do sistema envolvido e apetece-me fazer coisas completamente diferentes]

E aprender a trabalhar assim? Mói, dói, revolve-me as entranhas e faz-me entrar quase em desespero.
Quase.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Uma mulher não chora

Não é só o nome de um belíssimo blogue, é também uma afirmação cada vez mais acertada nos dias de hoje. Uma mulher não chora, uma mulher não deve chorar, uma mulher nem tem tempo para chorar. Façam elas o que fizerem.

[Não, não sou feminista, sou só muito pragmática]

...

Falo tanto durante todo o dia, projeto tanto a voz que chegando a casa só me apetece estar caladinha.
Isso e beber chá de perpétuas roxas, como fazia a Amália.

Talvez seja a falta de dinheiro que me faz ficar assim...

...mas o que é certo é que não encontro nada nas lojas de roupa que me apeteça comprar. 


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Amor à primeira vista

...

O meu cansaço acumula-se nos pés...vai descendo devagar durante todo o dia e a esta hora da noite está ali, a latejar.

[Ontem escrevi ali o meu desejo mas esqueci-me de acrescentar que a cereja no topo do bolo seria uma massagem nos pés enquanto descansava tranquilamente]

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Desejo

Um dia inteiro em casa, sentada a ver tv, de chocolate quente na mão. O almoço e jantar feitos, a casa arrumada e a roupa passada a ferro. E o trabalho deixado no seu devido lugar, lá... no trabalho.

[Não peço muito]

Nunca estive tão cansada (nem nos tempos do mestrado), mas nunca fui tão feliz.

domingo, 18 de setembro de 2011

Tão bonito

Projeto Amélie

Pequenas acções que tenham como objectivo mudar o mundo. Acções desinteressadas, que façam alguém sorrir, sentir-se melhor, emocionar-se, etc. Qualquer coisa que mude o dia a dia de algumas (mas basta uma) pessoas. Partilhem ideias, coisas que viram, histórias, etc.

Meia-noite em Paris


Há muito tempo que não gostava tanto de um filme. Não conheço Paris mas senti-me maravilhada a cada segundo do filme: pela fotografia, pelos diálogos, pelas personagens. 
É um filme que fala da realidade, do que podemos e devemos trazer do passado e daquilo que tem de ser deixado para trás. É no presente que nos reinventamos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

"Deixa-te de ilusões"

Isto passei eu a dizer hoje para mim própria. Gosto de acreditar nas pessoas, na boa-vontade das pessoas, mas, sinceramente, há pessoas más. Tão más que têm gosto em ver a lado mais fraco dos outros, bebem a sua insegurança como se de um sumo vitaminado se tratasse e no fim,  ficam-se a rir.
Pois bem, a partir de hoje, esta que hoje aqui escreve vai deixar de ter coração mole e vai partir para um estado de mais frieza que de simpatia. Pelo menos, para alguns.
Vivendo e aprendendo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O meu mundo faz-se de cá para lá



Apesar de tudo que já me aconteceu, nunca fui de ficar a remoer arrependimentos ou a chorar sobre as coisas más. Passado é passado e aquilo que já foi não volta a ser ou, pelo menos, não deveria ser assim. Mal ou bem, sempre tive a capacidade (sabe-se lá como) de esquecer as coisas más que me aconteceram e falamos de momentos que vão desde a infância até à idade adulta. Quando a minha irmã me pergunta se me lembro de certos acontecimentos maus, nunca me recordo deles. Consciente ou inconscientemente, esqueço. O meu cérebro faz a seleção natural do que é mais importante na minha vida e deixa-me ficar apenas com o que de bom já vivi. Nada mau, parece-me, mas não deixa de ser perigoso. Ainda assim acho que esta minha defesa é um bom motivo para continuar a acreditar e não perder a fé nas pessoas. Poderia chamar-lhe de ingenuidade ou até de ignorância mas eu prefiro dizer que me dou a mim mesma segundas oportunidades e faço a minha vida seguir em frente, independentemente de tudo o resto.

Onze horas de trabalho seguidas

S-e-g-u-i-d-a-s

(e o pior ainda está para vir)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

...

E depois dos últimos três posts só consigo chegar a uma conclusão: não escrevo muito mas ando aqui feita barata tonta com as emoções à flor da pele.

Como uma frase me faz chorar

"Fiz uma força lenta que começou cá em cima ao pé do coração e a minha filha nasceu."

in Vou ter um bebé na Austrália

O que eu me ri hoje

...com este post.

Ahahahaha! :D

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A eterna romântica que há em mim gosta disto


...

Um casamento sexta-feira à noite, umas bodas de prata no sábado, um almoço de família ao domingo, uma tarde passada a jogar bowling e uma noite de cinema em casa. Passou-se o primeiro fim de semana de Setembro e eu só tenho uma palavra para o descrever: excelente!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

...

Começo o trabalho sem ânimo, sem expectativas. Não sei como vai ser este ano, não quero pensar muito nisso ou assusto-me a sério. Dois cargos para uma pessoa só é dose e ainda não sei como vou lidar com isso; ainda não sei como vou levar a cabo isto de "mandar" em algumas pessoas, dar ordens, distribuir trabalho e toda uma série de situações que ainda são mais complicadas. Depois vem tudo o resto, o que sempre fiz. O que sei fazer melhor.
Não sou de fugir às responsabilidades e sei que vou dar o meu melhor, sei que vou aprender mais, sei que vou entrar ali cheia de medo todos os dias, mas há-de passar, um dia há-de passar. Afinal, é o medo que faz avançar e eu nunca fui de voltar para trás.

É assim

Parece que agora a crise valida qualquer tipo de injustiça que aconteça a nível profissional. E parece que nem temos direito a reclamar. Este é o país que temos; isto é aquilo que vivo agora.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Silêncio(s)

Se há coisa que tenho aprendido nestes últimos tempos é a valorizar o silêncio. Gosto muito de palavras, sou comunicativa e gosto de conversar mas ultimamente tenho tomado consciência da preciosidade do silêncio e dos problemas que ele nos pode evitar, tanto a nível profissional como a nível pessoal.
Portanto, não falo quando não devo e quando não quero e muitas vezes, mesmo que me apeteça falar é melhor pensar duas vezes. E tenho dito.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bate, bate coração


- link -

Já estamos no fim de Agosto?

Por aqui respira-se fundo, suspira-se até e tenta-se que a ideia de recomeçar o trabalho depois das férias comece a fazer mais sentido na minha cabeça. Não tivemos as férias que queríamos mas optámos por pensar que para o ano há-de ser melhor e acima de tudo, vamos fazer por isso.

Entretanto tenho o caos instalado em pleno escritório; os senhores da Remar já cá vieram e correu tudo bem. É menos uma preocupação na minha cabeça pois não sabia o que havia de fazer à mobília velha. Agora sim, começa a extreme makeover cá em casa.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Uma pergunta

 Sabem o que é uma opinião?
 Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, uma opinião é o seguinte:

opinião
(latim
opinio, -onis)

s. f.
1. Modo de ver pessoal. = IDEIA 
2. Juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa. 
3. Adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro. = CONVICÇÃO, CRENÇ
 4. Manifestação das ideias individuais a respeito de algo ou alguém (ex.: dar a sua opinião). = PARECER, VOTO 
5. Credo político. (Usado também no plural.) = CRENÇA 
6. [Informal]  Sentimento exagerado de orgulho ou confiança em si próprio. = AMOR-PRÓPRIO, PRESUNÇÃO

Portanto, posto isto, vem a minha segunda pergunta:
Mas será que na blogosfera não se podem manifestar opiniões? Ou seja, expressar uma ideia pessoal, individual a respeito de algo?

Caramba, se uma opinião é contrária aos demais comentários, logo chovem mais comentários porque aquela pessoa não percebe disto ou daquilo e não sabe do que fala.
Aceitem a diferença meus amigos e relativizem, relativizem....

You give me something


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Só para que conste

Detesto, detesto mesmo esta época do "regresso às aulas". Maldita publicidade que entra pela casa adentro a toda a hora.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ando, literalmente, a esvaziar prateleiras. Ainda não tenho armários novos mas estou aqui, a empilhar livros e dossiers no chão no escritório e a fazer um esforço incalculável para deitar no caixote do lixo o máximo de coisas velhas daquelas que guardo só porque sim mas que não servem para nada.


Já agora, querem desfazer-se de móveis velhos e não sabem o que lhes fazer? Telefonem para a Remar. Eles marcam um dia e uma hora e vêm buscar tudo a casa. E nós ajudamos.

Tal e qual

- link -

sábado, 20 de agosto de 2011

A minha fé*

Aos dezoito anos e no auge da minha parca rebeldia participei num programa radiofónico do qual já não me lembro do nome, na Rádio Renascença. Nessa noite, via telefone, expus a minha opinião em relação a Deus. Não acreditava Nele e ninguém me demovia desse meu princípio. Quando a jornalista me perguntou em que é que acreditava disse que acreditava em mim própria e expliquei que sendo uma pessoa normal, sem nada de extraordinário, só podia contar comigo mesma e com aquilo que sabia que poderia ou não fazer. Deus não me dava garantias e portanto, nunca poderia acreditar numa Entidade que nunca me tinha dado provas reais de nada.

Hoje, mais de dez anos depois, ainda não defini muito bem a minha relação com Deus. Umas vezes aproximo-me mais, outras vezes afasto-me e olho-O de longe.
A Igreja, como instituição, causa-me alguns arrepios nomeadamente no que diz respeito a certos radicalismos e rituais. Faz-me mesmo alguma confusão este tipo de vigílias agora vividas em Madrid, de dar vivas ao Papa, como se dele dependesse o futuro da humanidade, mas enfim... No entanto, gosto da igreja como local de reflexão e silêncio, ponto de encontro de pensamentos, decisões e até de pedidos feitos em desespero de causa [lembro-me sempre do filme protagonizado por Jim Carrey - Bruce Almighty - onde ele, passando a ter os poderes de Deus, não consegue dar conta do recado e atender a todas as pessoas do planeta].

Se acredito Nele? Acredito, mas reservo-me ao direito de duvidar de vez em quando. Nem que seja só para voltar a entrar numa igreja e em quinze minutos de silêncio ganhar mais força e otimismo para seguir em frente. Não sei se isto é ter fé mas, por agora, é com esta que posso contar.

*texto original anteriormente publicado num outro espaço

Happy!

Um sexta-feira que soube a sábado foi uma das melhores surpresas das últimas semanas.
[adoro, adoro surpresas!]
Um sábado que ainda agora está a começar e que parece domingo mas não é, é uma das melhores sensações que poderia ter, apesar de lá for o tempo estar nublado. 

Ainda não sei o que vamos fazer hoje mas um fim de semana assim, com o meu R.  (mesmo sem praia ou sol) só pode trazer coisas boas e faz-me sentir a pessoa mais feliz ao cimo da terra. 
Peço pouco mas quero o melhor desse pouco que posso ter.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não gosto muito de ciclismo


Mas gostei de ver um bocadinho da Volta a Portugal. E estes senhores iam muito depressa. Mesmo.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

The Beaver


Excelente o desempenho do Mel Gibson. Vale a pena ver.


A big smile

Este fim de semana trouxe-me pessoas novas, pessoas boas. Trouxe-me carinho e simpatia. Gostei tanto, tanto que já estou com saudades. Este fim de semana fui recebida de braços abertos e quando é tudo assim, natural e simples, fica uma sensação tão boa que é difícil de explicar. Senti-me em casa e isso diz tudo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Um país de brandos costumes

Portugal está adormecido. Quase morreu. Perante uma crise tão grave como a que vivemos presentemente há velhos hábitos que não mudam e um deles é este comodismo. Sim, sentámo-nos à sombra da bananeira e esperamos que nos caia uma solução em cima. Os portugueses são assim, serão sempre assim. Não sei se se trata de gerações: geração rasca ou geração à rasca. Não sei se isto é só uma questão de tempo mas morremos para a vida real. Fala-se demasiado em roupa, sapatos, em festas, em saídas aqui e ali, em restaurantes. Compra-se o que não se pode, quando não se pode. Dá-se importância ao que não tem importância, esquecem-se valores, desrespeita-se o próximo assim, como se nada fosse, fazem-se juízos de valor e esquece-se que acima de tudo, devemos olhar para o nosso próprio umbigo antes de apontarmos o dedo seja a quem for. É cómodo ser assim.
Somos um país de brandos costumes, pois somos. Costumes que se estão a tornar no nosso próprio buraco onde, mais tarde ou mais cedo, vamos todos cair.  Ou onde já caímos.

E ao 10º dia de férias já estou farta

Farta de estar em casa. Não, não me apetece trabalhar mas estar em casa quase a totalidade das minhas férias também cansa... Já não há livros ou séries ou filmes que me salvem . Nem a corrida ou os afazeres da casa. Ou até as arrumações. O R. sem férias este ano e eu com tantos dias para gozar mas sem paciência para estar sozinha, assim.
Talvez seja só hoje. Talvez.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Submarine


 Ainda não vi o filme mas espero sinceramente que seja tão bom como a banda sonora que já se ouve por aqui (da autoria de Alex Turner - vocalista dos Arctic Monkeys).



sábado, 6 de agosto de 2011

...

Já quase perdi as minhas esperanças em relação ao verão. Não sei onde anda, não sei para onde foi, mas por aqui, na região de Lisboa, não há vislumbre de tão estimada estação.
Resta-nos um fim de semana prolongado ali nas beiras e rezar para que os próximos fins de semana não sejam assim, nublados.
Nunca tive um verão tão vazio de sol mas tão cheio de tanta coisa boa. Nem tudo é mau, é o que vos digo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Porque é que nos esquecemos tantas vezes disto?

As pessoas são como os arco-íris: nós nunca nos entendemos nas sete cores, mas se nos entendermos em três ou quatro já é muito bom.

António Lobo Antunes

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

The final image

Estes são só três dos meus filmes preferidos. Aliás, são as últimas imagens de três dos meus filmes preferidos. Adivinham quais são?






segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Susto

Uma derrapagem em plena rotunda aqui do meu bairro. Alguma chuva a cair e eu ia devagar, ia a pensar na última vez que isso me aconteceu (no ano passado), ia com todo o cuidado e mesmo assim, de nada adiantou. Duas guinadas no volante, desviar-me de um carro, desviar-me do passeio e não sair da minha faixa de direção - não sei como consegui fazer tudo isto, não sei. Pela segunda vez nada me aconteceu, pela segunda vez tive sorte.  Sentir a traseira do carro a fugir é uma sensação horrível que não quero voltar a repetir. Desta vez não quis saber se foi azelhice minha ou não. Já fui à oficina e amanhã mudo os pneus traseiros do carro.

Ainda estou a tremer. Ainda não deixei de pensar nisto. Ainda acho que não foi só sorte.

Eu só quero fins de semana de sol

- Figueirinha -

Mequinhos vs. Tropical

Eu sempre adorei o Restaurante Mequinhos, ali , na Aldeia do Meco. Acontece que das últimas vezes que lá fui o atendimento foi mau, a rondar o péssimo mesmo. Pouca simpatia, longos minutos de espera, frieza no atendimento... enfim... no entanto, dei sempre o benefício da dúvida porque gostava mesmo dos Barros que lá serviam e o preço era bastante convidativo. Acontece que este fim de semana fui jantar para esses lados  e, mais uma vez, na nossa boa fé, tentámos o Mequinhos. Meus amigos... não vale a pena. Nos quinze minutos que ficámos à espera de mesa deu para observar a desorganização que vai naquele restaurante: desde mesas que não são levantadas e colocadas de novo para quem está à espera, passando pelo facto da maior parte das pessoas sentadas não estarem a comer e acabando nos empregados que parecem completamente desorientados no serviço que têm a fazer. Acabámos por sair e fomos a outro restaurante ali perto - o Tropical. Pois bem.. foi a melhor decisão da noite. Uma sangria de frutos vermelhos de beber e chorar por mais, a comida veio sem demoras e estava ótima, a organização dos empregados era notória e não houve lugar a grandes esperas, em dez minutos estávamos sentados. Escusado será dizer onde passaremos a ir quando o dia de praia for ali para aqueles lados...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Filmes



Vejo blogues como este e assusto-me. Sinto-me cinematograficamente falando, uma inculta.  Eu, que adoro cinema, ainda não vi metade dos filmes que gostaria de ver. Falham-me os clássicos, os grandes clássicos.

E depois ando à procura deste filme há anos e não o encontro.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sem tirar nem pôr

Estranho que quem se indigna contra o código de vestuário da Católica pareça estar convencido de que fala em nome da maioria das pessoas - sendo que, na sua maioria, são pessoas que nunca estudariam na Católica por uma questão de princípio. Sou contra, evidentemente (sou contra qualquer proibição do decote, seja em que circunstâncias for), mas não acho assim tão evidente que esta tenha sido uma má decisão da Católica (cá estaremos para o avaliar). É uma instituição privada que tomou uma decisão que só afecta quem lá estuda e trabalha. Com a liberdade vem a tolerância, ó libertinos.

in

terça-feira, 12 de julho de 2011

"Venha cá, Bernardo!"

Não, nunca me senti à vontade em ambientes que as mães e os pais tratam os seus filhos por "você". Nunca me senti à vontade e não faço um esforço para me integrar. Prefiro sair e deixá-los a viver naturalmente o seu estranho "eduquês".

domingo, 10 de julho de 2011