quarta-feira, 25 de julho de 2012

Fazer amigos depois dos trinta anos

(...) In your 30s and 40s, plenty of new people enter your life, through work, children’s play dates and, of course, Facebook. But actual close friends — the kind you make in college, the kind you call in a crisis — those are in shorter supply (...)

Dei com este artigo há uns dias e fiquei a pensar neste tema. Revi os meus últimos anos e cheguei à conclusão que nos últimos anos não tenho feito amigos. Os meus amigos são poucos, pouquíssimos e quase todos eles apareceram há uns bons anos. Nos últimos anos não "fiz" amigos e apesar de ter conhecido pessoas extremamente interessantes, por uma razão ou outra, não se estabeleceu aquela ligação que a mim me faz dizer que agora sou amiga de determinada pessoa. 
Não sei se é a vida que assim o impõe, não sei se é o trabalho ou a família ou mesmo a maturidade que vamos ganhando que faz com que sejamos mais selectivos e criteriosos nas nossas escolhas, nos nossos relacionamentos. Não sei se acabamos por não dar oportunidade a algumas pessoas ou simplesmente achamos que o ideal é ter um número reduzido de bons amigos, como muitas vezes leio e oiço por aí. Eu, que já pensei assim, acho que agora gostaria de fazer mais amigos e  de ter cuidado melhor das minhas amizades que ficaram um bocadinho perdidas no tempo. Mas a vida é mesmo assim e nem sempre podemos controlar tudo. Além disso, nunca é tarde demais para fazer amizades. Mesmo que aos trinta seja mais difícil!

(Até o Seinfeld já falou nisto!)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Dica (de limpeza)



Este produto faz milagres! Basta deixar atuar cerca de vinte minutos e as manchas de sujidade ou humidade na casa de banho, loiças, chão, etc., desaparecem como por magia.
E só custa 0,75€, no Aldi. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

E em Aljezur, o que se faz?

E daqui por umas semanas rumamos à zona de Aljezur para uns diazinhos de puro descanso. Não conhecemos a zona e precisamos de dicas: praias, locais bonitos para visitar, sítios bons e baratos para comer (tascas e restaurantes daqueles que parece que não valem nada e são mesmo bons, são os meus favoritos!) e outras sugestões que queiram dar. Pode ser? Vá.. toca a escrever! Obrigada!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Coisas boas

Aqui por casa tenta-se fazer uma alimentação mais equilibrada: não se comem hidratos de carbono à noite, as verduras voltaram a ter o seu papel principal às refeições e os lanches a meio da manhã e da tarde tornaram-se verdadeiros momentos de criatividade. 
Hoje, o meu lanche foi assim. Iogurte magro com granola doSemente, feita habilmente pelas mãos da Patrícia. 
E devo dizer-vos que é tão saborosa que até apetece comer a seco, sem mais nada! 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Favoritos de Junho

Casais que estão juntos há mais de 50 anos - um projeto fotográfico de Laura Fleishman
Árvores para decorar a casa - lindas de morrer! Quero uma!;
Conservar ervas aromáticas em azeite;
Como fazer uns bons ovos mexidos - adoro, claro!
Um projeto giro a fazer a dois!

Desabafo

Hoje, quando me preparava para ir até à praia, percebi que os meus óculos escuros estavam riscados. As duas lentes. Fiquei aborrecida e triste. Pode parecer algo sem qualquer importância mas eram os meus únicos óculos escuros de qualidade, comprados há dois anos e que me custaram bastante dinheiro... E ficar assim com eles estragados sabendo que não posso ter outros agora deixou-me mesmo triste. 

Bolas.

Enfim... há coisas bem piores. Paciência.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Criatividade



Esta é a história de Núria Fusté, uma professora que no dia 25 de junho ficou desempregada e se lembrou de fazer um currículo diferente. Fez um videocurrículo onde a sua paixão pela culinária e a educação se misturam muito bem.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Quatro euros não chegam

Gosto de medicina mas o lado que mais me atrai nessa área para além de toda a complexidade da ciência em questão, é o humanismo de que os médicos e enfermeiros são capazes. Simplesmente porque acho que é louvável e essencial que assim seja. Quando vou ao médico gosto de saber os pormenores todos do que tenho, faço perguntas, analiso minuciosamente os dados das análises clinicas, sei que a creatinina esta relacionada com o funcionamento dos rins e esse dado é aquele que procuro em primeiro lugar devido ao meu "problema" de saúde. Gosto que os médicos falem comigo e me olhem nos olhos e é por isso que vou ao Dr. Oliveira Costa, antigo médico de medicina interna do IPO, já reformado, mas ainda a dar consultas no seu consultório. Por vezes saio de lá às dez da noite - ele ouve-me, responde-me, aconselha-me, e claro, faz uma consulta como deve ser. Não saio de lá curada mas sinto-me melhor interiormente. 

Aos dezoito anos entrei em enfermagem, um bocadinho influenciada pelos meus pais mas também por gostar desta área - a medicina. Quando fui à faculdade e comecei a ler os planos de curso nas paredes, tive medo e entrei em pânico. Disse para mim mesma que nunca seria capaz; cheguei a casa, menti aos meus pais e disse que não tinha entrado.
(shame on me) 
Talvez gostasse de ter sido enfermeira, mas hoje ainda acho que nunca seria capaz.

Mais tarde fui voluntária na Pediatria do IPO e vivi uma realidade da qual nunca me tinha apercebido. Médicos e enfermeiros nem sempre mostram o que lhes vai na alma e na altura, embora questionasse se aquela forma de estar seria a mais correta, apercebi-me que tinha mesmo de ser assim ou nunca conseguiriam manter a sanidade mental necessária para acompanhar doentes tão especiais como são as crianças com cancro. Ainda assim, o humanismo estava lá, nos quartos, um bocadinho camuflado por gestos repetitivos, essenciais - no cuidado a medir uma febre, a dar uma injeção, a fazer um exame. Nas palavras que diziam baixinho. Nós, os voluntários, fazíamos o nosso papel - a brincadeira, os abraços (com cuidado por causa dos catéteres), os risos, a partilha, as conversas, os jogos - movíamos mundos e fundos para deixar aquelas crianças mais felizes. Depois apareciam os dias maus - os dias em que morria uma criança, em que se ouviam os gritos dos pais, o desespero dos familiares, em que se via a tristeza nos olhos de toda a equipa médica. A nossa tristeza também. Oito meses depois, saí. Emocionalmente foi uma experiência muito forte, foi difícil digerir tudo aquilo e separar as águas.

Durante este ano o meu pai teve cancro. Soubemos no dia de Reis - seis de Janeiro - e dia vinte e quatro estava a ser operado. Acho que ainda não consigo descrever o que senti - a ansiedade, a angústia, a incerteza - acho que ainda não sei bem explicar como todos juntos ultrapassámos aqueles dois primeiros meses do ano. Sei que admiro ainda mais o meu pai pela sua resistência e por nunca ter baixado os braços apesar de todos sabermos o que lhe ia na alma. E custa tanto uma pessoa despedir-se quando vai entrar no bloco de operações... Durante os dias que se seguiram  todos os médicos e enfermeiros foram incansáveis. Lembro-me tão bem de uma das enfermeiras sair do bloco de operações, completamente extenuada, com a cara transpirada, só para nos dizer que estava tudo a correr bem... E do cirurgião que no fim da operação me respondeu com paciência a todas as perguntas e nos acalmou...

Este texto não é uma carta. É apenas um texto e uma forma de agradecer a todos os enfermeiros e médicos que todos os dias estão ali para as pessoas e as tratam com humanismo e sensibilidade, rigor, disponibilidade e profissionalismo. Obrigada.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Vergonha

Captura-se assim um tubarão branco porque estava a alimentar-se do peixe que os pescadores queriam apanhar. Estamos a falar de uma espécie em vias de extinção... E mais uma vez, a imagem dada pela comunicação social é a de um animal perigoso para o homem.  
Incrível.

Projeto de verão, #01

E depois de escolhermos as cores, lá comprámos as tintas (a metade do preço! yes!) e todo o material necessário. Já tínhamos feito a preparação prévia das paredes e ontem foi só arregaçar as mangas e começar a pintar. É uma canseira mas vale muito a pena;  já temos o hall e o corredor pintados e muito, muito mais bonitos! E agora ainda ficámos mais entusiasmados com o que vem a seguir: a sala. Aqui vamos nós! :D

sábado, 23 de junho de 2012

Girls

Assim, à primeira vista e pelo nome, parece uma série previsível. Não é. Para além de estar a milhas de algo como O Sexo e a Cidade, é uma série com uma banda sonora excelente onde os diálogos são tudo menos banais. Adoro!


quarta-feira, 20 de junho de 2012

...

Num ano normal, num país normal, numa economia normal, estaria esta semana a receber o subsídio de férias...
Dói.

Projeto de verão

É muito simples: pintar a casa! Foi fácil perceber que tons gostaríamos de ver cá em casa e entretanto já comprámos a tinta (por menos 50% do valor inicial! Yes!) e daqui por uma ou duas semanas começamos. 

Bye, bye paredes brancas!  :D

domingo, 17 de junho de 2012

sexta-feira, 15 de junho de 2012

...

Continuo sem perceber porque dão as pessoas mais importância aos defeitos dos outros do que às suas qualidades.