sábado, 3 de novembro de 2012

Favoritos de outubro

Se me casasse hoje, casava-me assim.

Um penteado a fazer... quando tiver novamente o cabelo comprido.

Um amor atrevido - um blogue antigo que voltou agora . A não perder.

A rádio que oiço ultimamente quando chego a casa.

Casas diferentes. E bonitas.

Um blogue belíssimo. Umas fotos fantásticas.

Uma ideia genial para uma festa com crianças.

Polar Post Crossing 2012




Sim, é verdade que receber um postal faz-nos sorrir. E sorrir mais uma vez é sempre bom. Se, para além de tudo isto eu também puder fazer sorrir, então o ciclo está completo.
Vamos trocar postais!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

...

Por aqui não está tudo bem, mas há-de ficar. Tenta-se aguentar o stress do trabalho e tenta-se que os problemas não afetem nada para além da vida profissional. Respira-se fundo, o corpo dói, a cabeça lateja, o cansaço mental é enorme mas vive-se assim, a fazer tudo por tudo para que cheguem dias melhores, a tentar, pelo menos, relativizar o que é possível relativizar. 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Uma verdadeira pechincha

Estava difícil, mas uns meses depois lá consegui comprar qualquer coisa na Primark. Um vestido! E bem giro por sinal!

domingo, 21 de outubro de 2012

...

"Com o mal dos outros posso eu bem"

Nunca gostei de dizer isto, nunca foi isto que senti e nunca achei que servisse de justificação para elevar os meus problemas a um nível maior que os problemas dos outros.  O que é certo é que nenhum problema deixa de ter importância ou deve ser desconsiderado  pelo seu grau de complexidade ou resolução. São problemas, ponto final.  E cada um tem os seus e resolve-os da melhor forma possível.

No entanto, há que saber relativizar. Relativizar e simplificar. E contra mim falo que nem sempre opto pelo cenário menos dramático. Mas tudo o que aconteceu até então nos últimos dois anos da minha vida pessoal e profissional, trouxe-me novas perspectivas e talvez por isso ainda consiga encarar esta crise que todos sofremos só como um impasse. Ainda acho que isto há-de melhorar, ainda acho que seremos todos mais felizes e teremos um bocadinho mais de facilidades daqui por uns anos. O tempo o dirá. 
O que quero dizer é que gosto de relembrar a mim própria, de vez em quando, o que já escrevi aqui. E perceber mais uma vez na minha cabeça que é este o caminho.
Hoje, ao ler o blogue Episódios de Rádio, lembrei-me de tudo isto outra vez.  

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Manuel António Pina (1943 - 2012)

O pássaro da cabeça

Sou o pássaro que canta
dentro da tua cabeça,
que canta na tua garganta,
que canta onde lhe apeteça.

Sou o pássaro que voa
dentro do teu coração
e do de qualquer pessoa
(mesmo as que julgas que não).

Sou o pássaro da imaginação
que voa até na prisão
e canta por tudo e por nada
mesmo com a boca fechada.

E esta é a canção sem razão
que não serve para mais nada
senão para ser cantada
quando os amigos se vão

e ficas de novo sozinho
na solidão que começa
apenas com o passarinho
dentro da tua cabeça.


Manuel António Pina
in, O Pássaro da Cabeça, edições QUASI

Desafios

Eu tentei e forcei-me a fotografar. Mas tenho pouca vontade, pouco tempo e a máquina ajuda cada vez menos, portanto, rendo-me às evidências. Por agora, os desafios blogosféricos (se é que tal nome existe) acabam. Restam-me os outros, é a esses que preciso de me dedicar de corpo e alma.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Finalmente!

Calcei pela primeira vez as minhas botas de cano alto. Os meus pés agradecem.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Pessoal e transmissível #08

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Dizem que a crise veio aumentar a generosidade e a gratidão entre as pessoas. Diria que em poucas. Eu cá acho que também aumentou a acidez e antipatia entre algumas. Aumentou também a ingratidão e a falta de consideração pelo trabalho dos outros: exige-se tudo, critica-se tudo e aquilo que de bom é feito nem sequer tem importância para o caso; é apenas uma obrigação. Iremos longe assim, sem dúvida.

domingo, 14 de outubro de 2012

dia 14 - makes me laugh


São crianças, senhores, são crianças...

Pior do que não saber, é fingir que há realidades que não existem e é isso que o nosso governo anda a fazer. Finge que não sabe que há crianças que chegam todos os dia à escola sem pequeno-almoço, que há crianças que não jantam ou só comem um pão com uma folha de alface (como me disseram no outro dia). Finge não saber que há crianças a queixar-se que a comida não chega para todos lá em casa. Finge que não sabe daquelas não vão ao oftalmologista porque os pais não têm dinheiro e fazem um esforço tremendo para olhar para o quadro, finge não saber da dificuldade dos pais em comprar material e que estes o dizem ao professor, quase em segredo, e pedem muita desculpa, com as lágrimas nos olhos. 
Já não falo em mais nada porque isto, a miséria das crianças, é a consequência final do que está a acontecer neste país e se não lutarmos por elas, o que nos resta?