sexta-feira, 5 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Coisas que não entendo

A indignação pela campanha da Cacharel

Como se uma campanha, ou vá, uma história fictícia, pudesse realmente fazer com que todos deixemos de acreditar no amor e nas histórias bonitas... Cada coisa no seu lugar minha gente.
Eu ainda acredito no amor, na paixão, no carinho, na boa-vontade e nessas coisas bonitas que felizmente não acabam mesmo quando tudo parece negro. E não, a campanha não me chocou. 

04 - What you read



A ler blogs. Pelo menos enquanto o meu gato deixou...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

01 - where you stood


...

A parte mais ridícula de alguns programas que por aí andam é quando a equipa de filmagem chega de surpresa (supostamente) e as pessoas  agem como se não estivessem à espera ao mesmo tempo que estão a ser filmadas já dentro de casa. 

Os meus pés não foram feitos para sabrinas

Chego do trabalho com os pés numa lástima. Acho que hoje vou mesmo comprar uns ténis e quero lá saber se ficam bem ou mal com a roupa que tenho. Isso ou ando de sandálias abertas até chegar o Inverno. 

domingo, 30 de setembro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

vigésimo nono dia - errand


Ponto de situação

Sem grande tempo para escrever limito-me às fotos e até essas chegam atrasadas. Tenciono colocar tudo em dia ainda hoje mas antes ainda há que fazer a limpeza da casa e descongelar o congelador do frigorífico que tem mais gelo que o Pólo Norte. Entretanto há que ir ao veterinário com o gato e pelo meio ver as séries que já voltaram (yehhh!); amanhã é preciso fazer as compras da próxima quinzena e preparar a semana de trabalho.
Outubro está a chegar e eu ainda não sei se continue com o desafio. Bom fim de semana!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

...

Dou a cara por uma instituição, coordeno pessoas, horários, funções. Faço atendimento pessoal a quem ali se dirige, encaminho as pessoas, aconselho e ajudo. Ensino, educo, instruo.  Dou no duro, cinco dias por semana e mais dois em casa de volta de papeladas e tudo o mais que há a fazer. Trabalho com responsabilidade, como outra pessoa qualquer. Não sou nem mais, nem menos. Admito os meus erros e aceito as críticas. Mas ver que há pessoas que me conhecem há quatro anos, que sabem bem o que faço, que têm conhecimento da minha forma de trabalhar, dos meus valores e ideais, pessoas que eu tinha como pares a realizar um trabalho conjunto questionarem tudo porque simplesmente algo correu menos bem, é tramado. 
Vivendo e aprendendo.

vigésimo quinto dia - frame





Pessoal e transmissível #05

sábado, 22 de setembro de 2012

vigésimo segundo dia - up


Relativizar... ou não.

Podem dizer o que quiserem, pode criticar e fazer julgamentos infundados. Podem até dizer que tenho um determinado feitio, que sou emotiva demais ou então que dou demasiada importância a certas coisas. Acontece que não consigo relativizar aquilo que para mim é importante, príncípios básicos que aos olhos dos outros até podem ser coisas banais. Não consigo. Portanto não me peçam para relativizar, não me peçam para ser branda e passar ao lado de aspetos basilares na minha vida. E tenho dito.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

décimo quarto dia - favorite


E pronto

Começa o trabalho em força e as minhas pernas dão de si. São dores insuportáveis do joelho até aos pés. talvez seja dos quilómetros que faço todos os dias a andar de um lado para o outro ou então não e é só a minha circulação sanguínea que  está  a dar um ar de sua graça. 
Vou ali à farmácia e já volto.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

décimo terceiro dia - table


...

Não tenho muitos anos. Mais de trinta, menos de quarenta. Alguns, apenas para dizer que já vivi alguma coisa. Alguns, os suficientes para dizer que me falta ainda viver muito (espero!) e que desejo que o tempo passe devagar, com complacência perante as agruras que podem ainda surgir e os entraves ou problemas pelos quais terei que passar. 
Lembro-me que em pequena pensava na vida como se fosse algo de muito estranho que me foi oferecido. Pensava que tinha tido muita sorte, que no meu lugar poderia estar outra pessoa, outra ann.dorinha ou um Pedro (o nome escolhido pelos meus pais caso nascesse um rapaz). Cresci menos feliz do que gostaria mas aceitando a vida que me foi dada e pensando sempre que se era assim, era porque tinha mesmo de ser. Alguma coisa boa estaria por aí, para mim. Vivi sempre, quase sempre sem me colocar em primeiro lugar, esquecendo que para estar de bem com os outros teria de estar de bem comigo mesma e nem sempre cuidei de mim da melhor forma. Mas lá dizia o poeta mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. O tempo agora é este, a vontade é esta que trago dentro de mim. Partilhada.

Sem nunca esquecer as pessoas, sem nunca deixar de ser grata para com os outros, agora sim, é tempo de pensar nas minhas prioridades, no que eu quero e o que eu quero é tão simples mas tão bom que nem seria preciso um texto para o lembrar. Mas apeteceu-me. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Sem título

Dizem por aí que há momentos para tudo, como se houvesse um limite, um prazo, um horário pré-estabelecido e alguém estivesse do outro lado do guichet à espera da nossa senha. Há quem ache que estamos com a senha há demasiado tempo na mão; outras pessoas vão chegando e nós ficamos para trás, sem saber ao certo porquê ou até mesmo porque estamos ali. A maior parte das vezes tenho a impressão que são os outros que nos colocam nestas filas de espera, que se chegam até nós com perguntas, comentários, palmadinhas no ombro e olhares de misericórdia. Depois afastam-se, como se tivéssemos pedido alguma coisa, como se precisássemos de palavras de alento quando, na verdade, nem sabemos bem porque temos de ser igual a tantos outros. Mas a sociedade acha que sim, e como bons cidadãos, vamos acenando com a cabeça quando, interiormente, até começamos a pensar de outra forma. 

 A ordem natural das coisas pode ser muito complexa, pode ter altos e baixos, pode desencadear aversões e até medos infundados, ou não. Limitarmo-nos a seguir o socialmente correto é simplesmente anularmo-nos como pessoas, como indivíduos únicos com capacidade opinativa, passiveis de erros, imperfeitos, mas quase perfeitos nessa relação positiva com o mundo, com os outros. Se quero, ninguém tem nada a dizer. Se não quero, ninguém tem que concordar, só porque sim. Cada um sabe de si, diz o povo, no entanto, somos julgados diariamente pelas nossas escolhas e pelos passos que damos na vida, apenas porque não fica bem ou não é muito normal. Isto é preocupante e é, sobretudo, esta forma de pensar da grande maioria da nossa sociedade que faz com que andemos atrelados a um desenvolvimento social tão precário. Com muita pena.

sexto dia - every day


sábado, 1 de setembro de 2012

primeiro dia - me, now


Recomeços


Leio por aí, em blogs, que todos adoram o mês de Setembro. Devo ser um bicho estranho pois este é o mês que eu menos gosto exatamente pelas mesmas razões que toda a gente gosta: o mês de voltar ao trabalho, dos recomeços, das rotinas. Custa-me entrar novamente no ritmo depois deste longo mês de férias, sem horários e obrigações. Depois vem Outubro e aí sim, instala-se definitivamente o Outono e tudo já está mais calmo. 
Segunda-feira recomeço a trabalhar e se o ano passado levei com um grande balde de água fria logo no primeiro dia, este ano não vai ser muito diferente. Só que desta vez já tenho a experiência de um ano (que não é quase nada) e vou um bocadinho mais serena. 
Bom recomeço para todos os que por aqui passam e para mim também.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Nem sempre há palavras para tudo

Hoje encontrei este blog - Episódios de Radio e li-o quase por completo. Para perceberem toda a história, vão aqui e depois aqui. Visitem-no. 

Favoritos de Agosto

Tapas na Língua - um blogue cheio de fotografias bonitas, receitas apetecíveis e ideias para colocar em prática. É sempre um prazer ver as suas novidades. 

Mais um bolo de cenoura - sou apaixonada por bolos, acho mesmo que é aquilo que mais gosto de fazer na cozinha e este tem um aspeto fantástico e é facílimo de fazer. A experimentar!  

Silhuetas - uma ideia muito gira para quem tem filhos e para quem não tem também!

Convites originais - Adorei esta ideia! E não me parece ser assim tão difícil de por em prática. 

Our labor of love - Tudo aqui é bonito.

September photo a day challenge - já ando a pensar neste desafio há algum tempo. Eu vou tentar. E vocês?

E agora que o meu ano está no fim...

... foi um ano de grandes mudanças;
... foi um ano de grandes desilusões;
... foi um ano de muitos medos;
... foi um ano de alguns alívios;
... foi um ano de grandes aprendizagens a nível profissional;
... foi um ano extremamente cansativo;
... foi um ano de um grande crescimento pessoal;
... foi um ano de muito amor;
... foi um ano para travar novas amizades;
... foi um ano bastante emotivo.

Posso dizer que este foi o meu ano mais difícil, a todos os níveis. Teve muitas coisas más, mas também teve muitas coisas boas e é a estas que preciso de me agarrar para que dia três de Setembro, entre em mais uma etapa da minha vida com o espírito renovado, a motivação necessária, a coragem para enfrentar novos desafios e a determinação para levar avante o que quero para mim e para os meus.