E às 34 semanas já temos o quarto da nossa bebé quase, quase pronto. Tem sido um projeto que nos tem dado muito prazer e tem sido muito bom ver o quarto a tomar forma aos bocadinhos. Inspirámo-nos em ideias que vimos na internet, em revistas de decoração e acima de tudo, tentámos que tivesse algo feito por nós.
Hoje mostro apenas uma foto, a seu tempo virão as restantes. Esta revela a nossa peça favorita do quarto: um móbil de borboletas de papel (origami) feito integralmente pelas nossas mãos. Não está perfeito mas tem em si todo o amor do mundo.
2013 foi um ano bom. Apesar de alguma insatisfação no trabalho, apesar das dificuldades pelas quais passámos, apesar de ter os meus pais longe, só posso dar graças por tudo o que de bom aconteceu. A minha família manteve-se unida e com saúde e em outubro tivemos uma boa notícia que nos fez respirar de alívio. E foi tão bom ver os meus pais sem aquele peso que carregavam sobre as costas...
O melhor que nos aconteceu, levo-o na minha barriga até 2014. Tenho a certeza que este novo ano vai ser um ano de desafios e felicidade - seremos uma família. Haverá melhor desafio que este? Não me parece.
Tenham um ano cheio de coisas boas e vivam-no, como diz a canção.
Viver e não ter a vergonha de ser feliz Cantar.. (E cantar e cantar...) A beleza de ser um eterno aprendiz Eu sei... (Eu sei...) Que a vida devia ser bem melhor e será Mas isso não impede que eu repita É bonita, é bonita e é bonita.
A minha tia Anunciação não ouve. Uma meningite que a apanhou desprevenida aos 3 anos deixou-a assim para o resto da vida. Hoje, com 91 anos, comunica connosco como pode, com gestos e sons mais ou menos perceptíveis. Consegue ler-nos os lábios e ninguém a engana nas compras. Está velhinha, mal se consegue mexer mas tem um dos sorrisos mais bonitos que conheço.
Este Natal não quis sair de sua casa e não sabendo que nós íamos passar o Natal à aldeia deixou aos meus pais algum dinheiro como prenda para a menina, como ela consegue "dizer".
No dia 26 fomos agradecer-lhe e ela, contente, explicou entre gestos e sons que uma das notas era para "a menina ficar linda" e a outra nota para "a papa". E no meio de toda aquela emoção que estava a sentir ainda me deu um beijo e uma festa na barriga e eu só quis que a minha bebé sentisse o mesmo que eu estava a sentir. O Natal é isto.
Não, não é apenas um filme de comédia mas também não acho que seja um filme de auto-ajuda como já li por aí. Digam o que disserem, eu gostei muito do filme. Quero lá saber se tem uma vertente de auto-ajuda ou outra coisa qualquer. Tem uma fotografia fabulosa, tem uma boa banda sonora e tem um argumento que me surpreendeu. É um filme positivo, leve e despretensioso, ideal para esta altura do ano.
Este último Natal fez-me pensar muito, fez-me chorar de emoção, fez-me amar ainda mais a minha bebé e a minha família. Nada será como dantes, dizem-me, e eu sei que sim.
Foi um Natal simples mas rico em emoções, com presentes apenas para a minha pequenina, com muitas festas na barriga, com muito amor e sorrisos. E depois foi isto tudo assim, só com a diferença que eu não tenho grandes desejos por comida.
Às 32 semanas estamos mais ou menos assim. Um bocadinho maior já que esta foto é das 31 semanas. Vamos aproveitar estes dias para acabar de fazer as arrumações no quarto e a decoração. Está tudo pensado, falta apenas fazer algumas compras para que tudo fique como nós idealizámos. A roupa comprada e emprestada está à espera de dias menos chuvosos para que a possa lavar e começar a arrumar nas gavetas e por fim, só me falta tirar uma tarde para acabar de fazer as compras de tudo o que preciso levar para a maternidade. Acredito que o mês de Janeiro me custe a passar, é um mês longo e frio mas logo, logo, estarei em casa à espera que a minha pequenina se decida a conhecer o mundo. Está quase.
As minhas ausências por aqui não são forçadas. Não consigo ligar o computador quando chego a casa, resta-me apenas alguma energia para acabar de fazer alguns afazeres em casa e pouco mais. O fim do 1º período, na escola, deixou-me de rastos. Bolas... nunca pensei que a gravidez me sugasse tanta energia, nunca pensei estar quase a chegar aos 8 meses de gravidez e ainda ter tantos enjoos e vómitos. Não posso dizer que tem sido um gravidez em estado de graça mas posso dizer que apesar de tudo isto me sinto feliz como nunca me tinha sentido. :D E estando tudo bem com a minha bebé, nada mais importa.
[estas contradições são engraçadas e estranhas, mas acho que é mesmo assim...]
Caramba... vou ser mãe, já me sinto mãe e sempre que penso nisso, enfim... choro de alegria.
Um bebé é um motivo de felicidade, bem sei. Mas sentir que todas as pessoas à minha volta se preocupam, perguntam, querem saber novidades e nos desejam muitas felicidades tem sido muito bom. Não por ser uma surpresa ou algo que não estava à espera, mas sim porque sinto realmente que uma nova vida, esta que estamos a gerar, faz sorrir os outros e pronto... isso comove-me.
Passar o sábado inteiro com os meus pais. Desde que foram morar para o norte é assim, só nos vemos de mês a mês. Às vezes custa muito esta distância e agora, desde que estou grávida, que ainda o sinto mais. E não consigo deixar de ficar com um nó na garganta e os olhos marejados de lágrimas sempre que nos despedimos.~
Há muito tempo que não tinha uma turma assim, calma. Sim, uma turma calma. Fiquei com um 1º ano , tenho meninos de cinco e seis anos que acatam perfeitamente tudo o que digo, que compreendem bem quase tudo o que lhes transmito, que trabalham sem refilar. São meninos que participam e fazem muitas perguntas, meninos verdadeiramente interessados nas aprendizagens, meninos nada conflituosos ou indisciplinados.
Tem sido tão diferente e tão bom ter uma turma assim que até tenho pena de os "abandonar" a meio do ano para ter a minha bebé, mas tem de ser.
E uma coisa é certa, estes meninos têm-me ajudado a ter uma gravidez calma e sem percalços e também por isso lhes ficarei eternamente grata. E apesar de chegar sempre muito cansada ao fim do dia, é com prazer que vou trabalhar de manhã e é muito bom trabalhar assim.
Tem sido muito bom passar as manhãs de sábado no curso de preparação para o nascimento. Somos apenas quatro casais e a extraordinária enfermeira Luísa que está ali para nos ouvir e ensinar tanta coisa que não vale a pena estar-vos a maçar com os temas. O que é certo é que aproveito para falar abertamente de todos os meus receios e para fazer todas as perguntas sem parecer uma grávida excessivamente obcecada com este meu estado graça e que tem como único tema de conversa a gravidez.
[Sim, eu sei que ultimamente o meu blogue está mais virado para a minha gravidez mas também acho que é natural... ]
O meu R. tem sido extraordinário. Se o início da gravidez foi atribulado, com tantas coisas novas, sensações e emoções à flor da pele, agora tudo tem sido mais simples e fácil. Já compreendemos melhor os estados de espírito de ambos e acabamos por saber dar o espaço que precisamos sem nunca nos desapoiarmos um ao outro.
Não sou propriamente uma pessoa de feitio fácil, principalmente em casa, e o meu R. tem tido uma paciência incansável para mim. Além disso, não ajuda apenas, faz mesmo tudo da melhor forma que sabe e eu fico de coração cheio porque não poderia ter ninguém mais disponível, terno, carinhoso e atento ao meu lado nesta grande jornada. :)
Desde que sou uma mulher-quase-a-ser-mãe que muita coisa mudou em mim. Sinceramente, já me sinto mãe. Sinto-o desde o dia em que soube que estava grávida e sinto-o ainda mais a partir do dia em que soubemos que tínhamos uma menina dentro de mim. Não conseguimos esperar mais tempo e demos-lhe o nome, a sua identidade e desde então tudo se tornou ainda mais intenso e real.
Sinto-me muito mais cansada mas incrivelmente mais paciente, principalmente com os meus alunos. E depois é esta imensa felicidade que trago dentro de mim... Sinto-me como se andasse nas nuvens e verdade seja dita, poucos são os problemas que me afetam na escola... Ando num estado profundo de zen e ainda bem.
Hoje o melhor do meu dia foram os meus alunos, principalmente um deles que está sempre feliz e de sorriso nos lábios. Todos os dias me brinda com um comentário engraçado ou uma saída disparatada que me faz rir. Hoje disse-me antes de se ir embora: "adeus professora com um bebé na barriga!" :D
Os dias têm coisas boas e más. A Catarina convida-nos a pensar só nas coisas boas e eu decidi aceitar o convite. Mesmo que os momentos bons sejam pequeninos, escrever sobre isso mesmo e relembrá-lo quando chegamos a casa faz-nos bem e alivia um dia que, à partida, poderia parecer mais pesado.
Mais do nunca, hoje fiquei com a sensação que há demasiadas pessoas que não entendem, não percebem os cortes sucessivos, não tomam consciência do caos que se começa a instalar na vida das pessoas e continuam a achar que os funcionários públicos são uns privilegiados. Enfim... já nem sequer tenho palavras.
Um artigo muito interessante sobre o feedback positivo que damos às crianças. E a razão pela qual eu nunca gostei daquelas tabelas de bolas vermelhas, amarelas e verdes que os professores tanto usam nas salas de aula.
A primeira vez que fui à minha obstetra estava ansiosa. Levava dentro de mim misto de preocupação com ansiedade, é mais correto dizer assim.
No meio de todos aqueles cuidados que me foram recomendados, houve um que fez todo o sentido - Oiça o seu corpo - disse-me ela. E aquelas palavras têm ecoado diariamente na minha cabeça.
Já aqui disse que não tem sido fácil trabalhar com vinte crianças e coordenar uma escola ao mesmo tempo. E agora muito menos. Não estou doente, mas estou e sinto-me num estado especial e maravilhoso. E tenho-me protegido. A mim e ao meu bebé. Talvez seja aqui que começa a funcionar aquela intuição de mãe e eu, que ainda não o sou, sinto-me como se já o fosse e protejo-nos todos os dias.
Sinceramente, acho que há quem não me perceba. Acho que há quem pense que me estou a aproveitar deste estado de graça para fazer menos. Nunca assim fui e nunca o serei. Nunca deixei de fugir às minhas responsabilidades e não deixei nem vou deixar de fazer nada do que me compete, no trabalho ou em casa. Simplesmente estou mais atenta, não me deixo stressar tão facilmente, não fico a trabalhar fora de horas, deito-me mais cedo e tenho mais cuidado com a alimentação.
Quero trabalhar até conseguir, até o meu corpo deixar. Ainda me mexo com energia, sinto-me bem e saudável mas ouvir o meu corpo é o melhor que poderia fazer por mim e pelo meu bebé.
Estando grávida e com uma constipação daquelas em cima não me resta mais nada a não ser beber chá de limão, comer mel (com moderação) e snifar água do mar (esterilizada, pois claro). É desta que me rendo aos medicamentos naturais.
Não tem sido fácil voltar ao ritmo normal do trabalho diário numa escola. Já conheço os meus alunos - meninos de 6 anos, alguns ainda tímidos, outros muito extrovertidos e faladores mas todos lindos e simpáticos. Sempre gostei muito de ensinar a primeiros anos e apesar deste ano não ficar com eles até ao fim do ano letivo, sinto-me muito entusiasmada por ir trabalhar com esta turma.
A barriga cresce. Umas pessoas dizem que não se nota nada, outras dizem que já se vê bastante bem. O que me interessa é que o bebé esteja bem mas a consulta é só para o próximo mês e não vejo a hora de o ver novamente no ecrã...
Tenho sono mas de manhã levanto-me cedíssimo porque preciso de comer. Canso-me muito mais facilmente e os enjoos à noite ainda não deram tréguas apesar de já me sentir bem melhor.
Pintámos o quarto e o berço antes que chegasse o tempo mais frio e lá mais para a frente começaremos a tratar do restante enxoval. Se é menino ou menina? Ainda não há certezas mas o médico disse que provavelmente seria uma princesa. Veremos. :)
Era ter sempre a mesa posta, tipo buffett. Não, não me apetece comer meio mundo e o outro mas não consigo cozinhar e não consigo suportar cheiros de cozinhados e afins pois corro o risco de vomitar logo de seguida. Portanto o meu desejo era ter sempre a mesa posta com petiscos sem grandes odores: saladinhas de massa ou arroz, panquecas com doce, pãezinhos de forma com queijo e fiambre, gelatinas de morango, bolinhos secos, sopas frias, croquetes, rissóis, empadas, frutas e sumos frescos. Ia comendo à medida das minhas necessidades, os enjoos acalmavam e eu tornava-me uma grávida ainda mais feliz. Olarila.
Soubemos que estava grávida numa segunda-feira de Junho, ainda não eram sete da manhã. Fiz o teste sem grandes esperanças e quando não vi a risquinha vermelha aparecer fiquei conformada: "será para a próxima" pensei. Acontece que decidi ver melhor o teste, até fui para a janela não fosse a luz da casa de banho enganar-me e lá estava ela - uma risquinha rosa, ténue, mas era uma risquinha! Acordei o R. com jeitinho e contei-lhe. E a reação dele foi do mais cómico que há: imaginem alguém a dormir profundamente e a acordar com esta notícia... deu um pulo da cama e perguntou "mas estas mesmo a falar a sério?" Pois claro que sim!
E depois dos mimos trocados ele voltou a adormecer e eu lá me fui arranjar para mais um dia de trabalho. De sorriso nos lábios, claro.
Custou guardar segredo. Sou demasiado transparente e foi um desafio para mim não mostrar a felicidade que ia cá dentro às pessoas que me rodeavam. Pais, sogros, irmãos e cunhados sabiam mas e as outras pessoas? Os amigos? A restante família? Os colegas no trabalho?
Felizmente o primeiro trimestre já lá vai, a ecografia das doze semanas está feita e corre tudo dentro da normalidade. É isso, vamos ser pais. Estou grávida e sinto-me a rebentar de felicidade.
Há coisas que me custam muito: custa-me demasiado ouvir falar mal da minha profissão, custa-me que a opinião generalizada sobre os professores seja tão negativa, custa-me saber que as pessoas acham que somos maus profissionais, que andamos aqui apenas para fazer greves e usufruir de atestados médicos. Que nos queixamos sem razão. Custa-me saber que os próprios pais dos alunos falam mal dos seus professores à frente dos filhos, custa-me que não haja o mínimo de respeito por algumas das decisões que tomam ou então, que crucifiquem os professores à mínima falha.
Estou cansada disto. Há bons e maus profissionais em todas as áreas e o ensino não é exceção mas começa a ser tão cansativo e desmotivante que às vezes pergunto-me o que podemos nós fazer mais.
Ainda estou em férias mas, aos bocadinhos, começo a pensar no novo ano que vem aí e nas grandes dificuldades com as quais nos vamos deparar. É inevitável que tudo aquilo que em cima descrevo me venha ao pensamento, ainda assim penso que tenho sorte na equipa de professores com a qual trabalho e que, todos juntos, tentamos fazer a diferença numa escola com tantos problemas e com crianças muito necessitadas. E é a isto que tenho de me agarrar; tentar fazer o melhor, todos os dias.
Eu já dizia que eram desconfortáveis mas agora tenho a certeza absoluta que os dois pares que tenho vão direitinhos para a reforma.
Depois de uma semana inteira a ir e vir da praia de Havaianas nos pés o resultado foi só este: dois tornozelos doridos e um pé inchado ao ponto de me custar andar. E agora, alternativas?
Quase, quase de malas feitas para uma semana de férias por terras do sul, pergunto-me: serei a única que e se recusa a levar a panóplia de produtos de beleza que são recomendados por essa internet fora?
É que não tenho mesmo pachorra para andar carregada de óleos para o cabelo e produtos para a pele... Limito-me a um bom protetor solar, ao meu creme hidratante e aos produtos normais de banho e pronto!
Aos bocadinhos vou voltando aos meus livros infantis. Na feira do livro de Lisboa fiz questão de ver aos pormenor as novidades que havia e presentei-me com estes quatro livros.
Presos é um livro sobre problemas, sobre a resolução de problemas e a melhor maneira de o fazermos. E se o texto é bom, as ilustrações de Oliver Jeffers são maravilhosas! Vejam aqui um bocadinho do seu processo criativo e espreitem também os outros livros deste autor. Tenho-os quase todos!
O lanche do Senhor Verde leva-nos imediatamente à figura de Magritte e à descoberta da beleza das cores. Com um texto simples e reduzido, este álbum consegue direcionar-nos para as surpresas que vão aparecendo nunca esquecendo a importância do olhar.
Migrando é um livro especial. Um livro que se pode ler de duas formas diferentes. De um lado a migração das pessoas para a Europa, fugindo da fome e pobreza, do outro a velha migração da Europa para as Américas, fugindo às guerras.
É um livro sem palavras e cheio de imagens poéticas que nos remete para as atuais vivências e dificuldades de tantas pessoas e famílias que ultimamente têm saído de Portugal.
A Máscara do Leão é de um livro de uma das editoras que mais gosto, a OQO. Fala-nos sobre um leão e da dificuldade em ser ele próprio numa selva cheia de animais que esperam isto e aquilo dele. As ilustrações são tão importantes como a escrita e o jogo de cores fortes usado no livro reforça o dramatismo das personagens e de toda a ação.
Entre o fim das aulas (que não foi exatamente fim porque durante 3 semanas ainda dou apoio extraordinário a quatro alunos que vão fazer a 2º fase de exames) e a enormidade de papeis e burocracias a preencher, mais matrículas dos alunos, mais reuniões e outras coisas que tais, não tem sobrado muito tempo para a escrita. E verdade seja dita, a preguiça tem-me vencido a maior parte dos dias quando chego a casa. Já não há crianças e só por isso, o trabalho já não é tão desgastante mas ainda há muito que fazer nas escolas...
[Não, não estou de férias!]
Para além do trabalho ando por aqui, ligeirinha, a aproveitar este verão tímido que se fez notar de vez hoje. Ando por aqui a ler alguns blogues, a deitar-me mais cedo porque o corpo assim pede, a fotografar mais, a descobrir que agora tenho toda a roupa de verão larga - calções e saias principalmente. A dieta resultou e agora estou em modo manutenção embora já tenha feito mais asneiras do que devia...
Já comi boas sardinhas, já bebi sangria manhosa e até participei n a corrida Marginal à Noite onde bati o meu recorde pessoal e fiz 8 km em 55 min. Ainda é muito tempo, eu sei, mas ainda assim a minha melhor marca! Gostei muito e para o ano tenciona lá estar novamente!
Não me esqueci dos livros infantis que comprei na Feira do livro e que prometi mostrar nem da lista de favoritos de maio. Acho que vou mesmo é juntá-la à de junho e faço uma lista de coisas favoritas mais longa. Aguardem!
Não há palavras para descrever aquilo que senti na sexta-feira. Chorei eu, choraram os meus alunos, choraram os pais e foi muito gratificante receber os abraços e as palavras de apreço pelo meu trabalho. Não há melhor prenda para um professor....Vim de coração cheio e muito feliz. :)
... eu diria que o estaminé estava verdadeiramente aborrecido.
Adiante.
Isto das aulas estarem a chegar ao fim não traz calma nenhuma... Testes, festas de fim de ano, burocracias, reuniões, papeladas, matrículas e mais uma série de aspetos a tratar, deixam-nos assim num estado caótico e neste momento sim... eu já risco os dias no calendário e não vejo a hora de chegar o dia 14 de junho. Está quase.
Num acesso de loucura, inscrevi-me na corrida Marginal à Noite. Oito quilómetros de corrida no dia 15 de junho e mais três treinos. Já fiz dois sendo que o último foi neste domingo, debaixo daquele sol escaldante. Verdade seja dita que no fim soube bem, mas fazer oito quilómetros com tanto calor e sem um pingo de água durante todo o percurso foi demasiado para mim... parei de correr por três vezes, mas acabei! Mesmo assim, gostei muito. A Marginal estava cheia de gente e gostei de ver as pessoas por ali, com sorrisos, umas a passear, outras a correr também, outras a fazer as diversas atividades inseridas no evento Mexe-te na Marginal. Muito giro!
Entretanto já fui à Feira do Livro e, para não variar, perdi-me de amores por alguns livros infantis. Trouxe quatro e um livro para gente grande (para mim, claro) do João Tordo e ainda tive direito a autógrafo!
Os livros infantis são de duas editoras que gosto muito - OQO e Orfeu Mini - e só não trouxe mais porque acabei logo com o meu plafond disponível. Amanhã coloco as imagens.
Espero que esta semana passe rapidamente. Espero que corra tudo bem lá pela escola. Espero não ter de fazer muitas noitadas a trabalhar e espero, sobretudo, que o calor chegue para ficar.
Há projetos de que gosto mesmo muito, este é um deles. O nome é maravilhoso - FELICIDÁRIO e é um projeto com 365 definições práticas de felicidade para maiores de 65 anos, desenhadas por ilustradores como André Letria, Madalena Matoso, Afonso Cruz ou Yara Kono.
Eu cá como acho que também servem para mim, inspirei-me nelas! Lembrei-me de tentar fotografar algumas dessas definições, sem qualquer dia ou hora marcada. Acaba por ser uma forma de tentar fazer coisas diferentes e de voltar à minha fotografia que tem andado um pouco abandonada. Deixo aqui a ilustração que me inspirou e a fotografia que fiz para o dia de hoje. :)
Cá por casa gostamos muito de bolos. Sempre adorei fazer bolos, mais do que cozinhar outro género de comida, mas como somos só dois, nem sempre os faço. Mas hoje estava bem disposta e lembrei-me do World Baking Day, vai daí, armei-me em inventora e criei o meu próprio bolo - Bolo de limão, aveia e morangos! :D Agora vou ali comer uma fatia! Boa semana!
Ao longo dos meus catorze anos de ensino que tenho passado por várias fases. Nos meus dois/três primeiros anos carreira quase que me sentia como uma irmã para os meus alunos. Queria ser a professora-amiga. Estar numa sala de aula, para além de ser uma descoberta constante também era uma questão de sobrevivência. Estava muito centrada no meu desempenho, mais até do que no dos próprios alunos e apesar de nunca ter deixado de me preocupar com as suas aprendizagens, eu não queria falhar. Pensava as aulas ao pormenor, cada passo, cada conversa, cada atitude e, se bem que isso me podia ajudar, também não me deixava ser tão natural como deveria. Os problemas de indisciplina preocupavam-me demasiado e consumiam-me de uma forma assustadora. Apesar de ter um enorme orgulho naquilo que fazia, havia um outro lado que me deixava ansiosa e, às vezes, duvidava das minhas capacidades.
Mais tarde, depois de refeita do "choque" de entrar numa sala de aula pela primeira vez, depois de perceber um bocadinho mais as crianças e a própria escola em todas as suas vertentes, estabilizei um pouco. Quis aprender mais, fiz muitas formações, inscrevi-me no mestrado, tinha sede em aprender. Achava (e ainda acho) que a licenciatura não era quase nada e não nos preparava minimamente para a realidade de uma sala de aula ou escola e, por isso, tive necessidade em abrir os meus horizontes. Foi uma época dura da minha vida - vivia sozinha e com o trabalho e os estudos ao mesmo tempo, senti-me muito desamparada e sozinha. Por incrível que possa parecer também foi a época em que mais me diverti e onde conheci pessoas muito especiais e que ainda fazem parte da minha vida.
Um dia mudei de escola. Fartei-me das pessoas, da cultura de trabalho que ali existia e concorri para outro sítio. Apesar de não ter sido recebida de braços abertos, fui-me adaptando a um novo mundo ainda mais complicado, ainda mais desafiador do que aquele onde já tinha estado. Os colegas ainda me olhavam de lado mas aos poucos fui-me integrando e há oito anos que trabalho no mesmo local.
Agora olho a escola com outros olhos. Já não me preocupa tanto o domínio dos conteúdos porque já me sinto mais que segura nesse campo; a indisciplina apesar de ser uma constante no meu dia-a-dia não me deixa agora tão angustiada. Digam o que disserem, a experiência vai-nos moldando e a capacidade em sabermos ouvir os outros, os nossos pares, os nossos alunos e os pais dos nossos alunos é muito importante e faz-nos evoluir.
No ensino, na aprendizagem, as relações humanas são o pilar para tudo o resto e é neste campo que muita coisa falha. Não somos perfeitos e não podemos esperar a perfeição dos outros mas podemos tentar ouvir, tentar compreender, tentar que o diálogo seja a base de entendimento para uma escola mais sólida e feliz.
Temos um sistema educativo que não ouve ninguém mas que preza mais a avaliação externa em detrimento da avaliação interna, que relega todo o contexto sócio educativo dos alunos para segundo ou terceiro plano, que não faz da equidade e igualdade de oportunidades para todos, TODOS os alunos do ensino público e privado, uma bandeira. Temos antes um sistema educativo que dá importância a rankings. Como o Daniel Oliveira escreveu no Expresso "(...) Crato está, aos poucos, a destruir quase tudo o que de bom foi feito: o horário completo, a importância das disciplinas mais criativas, o uso de novas tecnologias, o programa de matemática que melhores resultados conseguiu. Mas tem exames para dar e vender. Porquê? Porque para fazer exames não é preciso nada de especial. Basta umas salas, umas secretárias, professores para vigiar e corrigir e um discurso populista e severo para agradar ao povo. Qualquer pessoa consegue chumbar um mau aluno. Difícil mesmo é criar condições para ensinar quem não consegue aprender."
E para acabar que este post já vai longo, deixo-vos este vídeo. Um vídeo que não me canso de ver, que me arrepia. Com um bocadinho mais de paciência, ainda o vêem também.
Não sei porquê, reli hoje um post da minha amiga Lia. Reli-o e fez tanto sentido que coloco-o aqui hoje, mesmo que já tenha sido escrito há quatro anos e mesmo que não tenha sido eu a fazê-lo. Hoje, é isto que sinto e pouco há mais para dizer.
Sou verdadeira, mesmo que quisesse não saberia ser de outra forma. Sou uma ave rara ingénua e incapaz de ser calculista. Dou tudo, bom e mau, aquilo que sinto mostro e digo sem fundo de reserva ou maneio. Não tenho vergonha de me mostrar frágil quando a vida assim insiste, não quero deixar de viver o bom com medo do mau que possa acontecer, não quero ter tempo a perder com jogos de esconde, esconde e mesmo aquilo que ás vezes tento esconder acabo a demonstrar porque sou demasiado transparente. Vem do fundo, dos meus fundos. Dou tudo e quando doi, esgoto-me... ainda assim insisto na verdade e não me protejo.
Talvez a vida ainda não me tenha sido suficientemente madrasta para me mudar ou talvez a vida me tenha ensinado (à força) que é inútil resistir, ou então é a escolha que eu fiz (ingénua, bem sei) de querer dar tudo para receber tudo. Mas como (quase) tudo, o exercício do equilibrio é o mais difícil.
É verdade! Um mês depois da iniciar a minha dieta dos 31 dias perdi não dois, nem três mas quatro quilogramas! Estas duas últimas semanas já foram mais fáceis pois comecei a comer fruta e sopa mas os hidratos de carbono continuam proibidos; só como pão escuro ao pequeno almoço e pronto! Não passo fome, não cedo a tentações e o dia da asneira faz maravilhas pois sinto-me mais que motivada a continuar.
Há quem diga que esta dieta não resulta, há quem diga que é só mais uma dieta. Acreditem, não é!
Hoje foi dia de corrida e apesar de me sentir mais cansada que o habitual ainda fiz cinco quilómetros bem medidos. Preciso de fazer exercício com mais regularidade já que nos dois últimos meses só corri quatro vezes e, se o meu peso tem diminuído sem muito exercício físico, com certeza terei melhores resultados se o fizer mais regularmente. Além disso, faz bem à minha saúde e isso sim, é o mais importante.
Para além deste objetivo preciso de alcançar outros. Um deles é o de ler mais à noite. Normalmente ou vejo televisão e séries, ou trabalho (porque há quase sempre coisas da escola para fazer) ou acabo por ler os blogues de que mais gosto pois durante o dia é impossível fazê-lo. No entanto, tenho notado que a leitura tem ficado para trás e quando vou para a cama já estou com tanto sono que mal me aguento a ler uma página. Portanto, preciso de me organizar melhor, tentar fazer tudo o que há para fazer mais cedo e deitar-me pelo menos, meia hora antes do habitual para que ainda consiga ler.
Acho que há muito tempo que não tinha um dia tão bom e tão bem aproveitado como o de hoje. Apesar de estarmos ambos constipados decidimos sair e apanhar algum sol. Acabámos por ir parar ao Largo do Carmo e entrar no Quartel do Carmo, nomeadamente no famoso edifício do Comando geral, onde pudemos visitar o Museu da Guarda Nacional Republicana e ouvir a banda Sinfónica da Guarda Republicana. Tocam maravilhosamente! Gostei tanto!
Passei todo o dia a dizer que tinha de comprar um cravo e, quando saímos, acabaram por me vir parar às mãos não um, mas três, oferecidos por uma senhora. Entretanto o desfile comemorativo do 25 de Abril chegou naquele momento e ali ficámos, a celebrar a liberdade. Antes de voltar a casa ainda experimentámos mais uns gelados novos de Lisboa, na Rua Garret - Gelataria Amorino - e fiquei fã! Não sei mesmo se não serão melhores que os Santini...
Foi bom, foi um feriado fantástico na melhor das companhias!
À parte de todas as polémicas, das participações ou não participações nas comemorações do 25 de Abril, o que interessa é lembrar este dia e não o deixar morrer. O que interessa é preservar este tesouro, o da liberdade!
Aparecemos de manhã e já havia muita gente a inscrever-se para doar medula. O R. preencheu o questionário e esperou a sua vez. Não custou, não doeu e foram 301 dadores, no total.
No andar de cima estava a feirinha e os "comes e bebes". Passeámos, fizémos algumas compras e pelo meio conheci a Pólo Norte - uma das organizadoras do evento - uma pessoa tão bem disposta e cheia energia que só visto. As outras organizadoras - SMS, Miss Glitering - andavam por lá mas não tive coragem de lhes dizer "olá". Conheci também a Analog Girl (até que enfim!) e, como já estava mais ou menos combinado, ainda estive uns minutinhos com a minha amiga Lénia que apareceu com os seus rebentos e respetivo marido para apoiar a causa.
Gostei muito de lá ter ido, gostei de contribuir e gostei de ver e sentir este "todos por um e por muitos".
Ironia do destino...venho aqui falar-vos das minhas duas primeiras semanas de dieta e a imagem que vos trago é a de um bolo. :D Mas é por uma boa razão...
Sim, comecei a minha dieta dos 31 dias e posso dizer que está a correr bem. Dois quilogramas de coisas más já voaram e espero perder mais dois até ao fim do mês. Não passo fome e tirando dois dias em que me senti verdadeiramente mal devido a uma virose, nada tenho a apontar. Os dias da asneira são uma bênção e dão motivação para continuar o resto da semana sem hidratos de carbono e doces. De resto, apenas me custa não comer fruta mas esta semana já começo a introduzir a dita cuja nas minhas refeições semanais e tenho a certeza que o regime vai continuar bem. As calças já estão menos apertadas e enfim... devagar se vai ao longe.
Hoje foi a festa de aniversário do meu mais que tudo. O bolo era para ele, claro. Esteve feliz e isso é o mais importante. :) Juntámos a família, quase matei saudades dos meus pais, comemos bem, conversámos muito e cantámos os parabéns. Só faltou sair um bocadinho de tarde para aproveitar este sol maravilhoso. Mas não faz mal, fica para o próximo fim de semana!
O trabalho está a deixar-me demasiado cansada. Tenho os meus alunos prestes a fazer pela primeira vez um exame nacional e apesar de não querer transmitir-lhes um grande peso relativamente a esta avaliação externa, também não a posso desconsiderar. O resto, já se sabe, é o trabalho diário de uma escola, com todas as problemáticas que lhe estão subjacentes. Poderia falar da escola mais vezes mas prefiro não o fazer. Dar aulas é a minha paixão mas ando tão descrente no nosso sistema de educação que nem me apetece escrever aqui as coisas boas que vejo e sinto em alguns dias... Enfim. Amanhã é mais um dia de trabalho e preciso de energia para a nova semana. Acho que o sol vai ajudar!
Pouco há para escrever. A semana passou-se com uma virose daquelas de deitar abaixo, o habitual trabalho, uma reunião de pais que acabou às nove da noite e um jantar entre amigos na sexta-feira.
Fica a minha única fotografia destes últimos dias.
Watercolor nails - Unhas que parece terem sido pintadas com aguarelas. São estranhas mas gosto.
Recomende um ex - achei esta ideia muito engraçada! Primeiro porque infelizmente o ser humano não tem o hábito de elogiar só porque sim, segundo porque aqui se elogia um ex-namorado ou ex-namorada. Curioso ver que há mais homens a serem elogiados que mulheres... isto diz alguma coisa, parece-me.
Almoço de Páscoa no restaurante O Pescador, em Mação. Tem como especialidades uma boa variedade de peixes do rio. Comi lúcio perca escalado, um peixe que não conhecia, e devo dizer que adorei.
Olhar todos os dias para o espelho e não gostar do aspeto que temos é duro. Podem dizer que é dos nossos olhos, podem afirmar que estamos bem, que somos lindas e tudo-e-tudo, mas se fim de contas sabemos que não nos sentimos assim apesar de querermos acreditar... é complicado.
É assim que temos andado por aqui. Uns dias melhores que outros, é certo. Não faço grande alarido da coisa até porque sempre tentei não me deixar abater, sempre gostei de mim e sempre consegui ultrapassar os momentos em que me senti menos bem comigo própria. Mas agora... bem, agora o caso é um bocadinho mais complicado. Não sei se é da idade, não sei se é do meu corte de cabelo, não sei se é das minhas olheiras mais que pronunciadas, do cansaço que é visível no meu rosto e na minha linguagem corporal ou dos quilos que tenho a mais. Não sei se é de tudo junto ou de outra coisa qualquer que ainda não descobri, o que é certo é que não gosto lá muito do que vejo. E hoje decidi que isso tinha que mudar.
A idade não altera, os trinta e seis já ninguém me tira e preciso de os saber aproveitar e viver da melhor forma possível. Não se trata só de viver todos os momentos (cliché mais que sabido e assimilado), trata-se também de me valorizar como sou em todos os aspetos bons e maus da minha personalidade. Quer gostem ou não.
O corte de cabelo está a mudar. Nunca me arrependi de o ter feito mas agora já queria ter o cabelo comprido outra vez. Devagar se vai ao longe e lá pelo verão já terei o cabelo a passar dos ombros. Mais não posso fazer que eu não sou menina para pôr extensões. Quanto a este aspeto, paciência, muita paciência e alguns produtos para o cabelo que vão ajudando até chegarmos onde queremos.
As olheiras já fazem parte de mim desde os tempos da faculdade. Nada a fazer. Até no verão, com dezenas de horas de sono e nada de preocupações, elas teimam em ficar. Portanto, restam-me os produtos que vou aplicando e pouco mais. Já o cansaço é outra história. Durmo pouco, cinco ou seis horas e por dia e agora que a fasquia dos trinta já está a meio, sinto que o corpo se ressente muito mais. Às dez da noite já estou a cair da sono. No trabalho a acumulação de cargos e a quantidade de assuntos para resolver não veio ajudar em nada e nem sempre é fácil dar vazão a tudo e a todas as solicitações. Depois, ter ainda a meu cargo uma vintena de crianças com tudo aquilo de bom e mau que elas implicam, é assim coisa para me deixar ko num instantinho e ficar com a cabeça feita num oito. Mas adiante... Não posso deixar o meu trabalho a meio nem fugir às minhas responsabilidades. Gosto das coisas bem feitas e prefiro fazer tudo na hora para que não me esqueça de nada e não falhe. Delegar funções nos outros é possível e já o fiz, mas é a mim que pedem responsabilidades e quem tem funções de coordenação sabe do que falo. Mas ando a tentar acalmar esta minha mania da perfeição. Isto treina-se e já estive pior mas ainda ando a aprender a relativizar e a não preocupar-me tanto com certos assuntos e imprevistos que acontecem todos os dias onde trabalho. Depois, preciso de me deitar mais cedo - onze horas - e dormir, pelo menos, sete horas por noite para que acorde menos cansada.
O meu peso. Não estou gorda nem me sinto gorda. Acho apenas que tenho peso a mais e não gosto nem me sinto bem com isso. A roupa aperta aqui e ali e enfim... o espelho diz o resto. Quanto a este pequeno problema decidi comer melhor e sim, assumi de vez a minha segunda dieta desde que me conheço. Desta vez com um livro para me motivar que só de ter o dia da asneira foi meio caminho andado para me convencer que este regime poderia funcionar comigo. Só preciso de perder quatro quilogramas e volto ao que era. As corridas e caminhadas vão ajudar, dormir mais também. É assim que estamos, motivada para o que vem aí, sabendo de antemão que não vai ser nada fácil, mas confiante de que consigo. E se ainda aí estão, depois de um post longo como este, obrigada por me lerem. :)
Estou de férias. Ter tempo para fazer outras coisas para além do trabalho é quase um luxo portanto, tenciono aproveitar o resto da semana com as minhas coisas: ler, ver filmes e cozinhar. Para mim, descanso é isto. No entanto, se posso ver filmes e ler sem ficar preocupada, o mesmo não posso dizer em relação a cozinhar. Apetece-me cozinhar e experimentar pratos, sobremesas e bolos diferentes. Acontece que depois fico com um peso na consciência só de pensar nas facadas que iria dar na minha dieta alimentação equilibrada que ando a cumprir desde há alguns dias (hoje resisti estoicamente a uns simples morangos com chantilly e só os comi com iogurte natural). Acho que tenho fazer uma seleção apertada de receitas e quanto às sobremesas, amanhã vou ali comprar gelatina Alsa e encher o frigorífico de iogurtes naturais.
Hoje foi dia de correr em cima da ponte 25 de Abril. Depois de algumas hesitações lá nos decidimos a participar na Mini Maratona de Lisboa e adorámos!
2013 - dia83
Passar por cima das grelhas da ponte 25 de Abril ainda me causou alguma impressão mas às tantas nem olhava cá para baixo e quando dei conta já estava do outro lado. De seguida descemos até Alcântara e aí nem custou muito, a inclinação ia ajudando e metade do percurso já estava feito. O pior veio depois... quando cheguei à Av. da Índia faltavam cerca de três ou quatro quilómetros e as dores e o cansaço aumentavam a olhos vistos. Até chegar ao Mosteiro dos Jerónimos foi preciso estar sempre a dizer a mim própria que estava quase, que conseguia, que era só mais um bocadinho. O meu ritmo já tinha diminuído mas consegui fazer todo o percurso e chegar à meta sem parar uma única vez. Foram oito quilómetros.
Cheguei feliz! É muito bom ter esta sensação que conseguimos ultrapassar os desafios a que nos propomos, mesmo sabendo que podem ser muito difíceis.
Não são muitos os filmes de terror muito bons. Tirando os filmes The Ring I e II e o The Shinning (este num registo um bocadinho diferente), são poucos aqueles de que gosto muito mas como não tenho visto muitos neste género, posso estar a perder bons filmes sem saber...
No entanto, há um que recomendo e que foi uma surpresa para mim. Chama-se The Cabin in the Woods e, apesar de parecer um filme de terror normalíssimo... não é. E mais não digo.
Desta vez atrasei-me com o post sobre os favoritos do mês. Chegaram tarde mas chegaram:
Chocolates, muitos chocolates. Não me importava nada de os provar todos.
Um post, do fantástico blogue Uma mulher não chora.
Tenho tanta pena que não exista por cá este livro. Estou quase, quase tentada a encomendá-lo via Amazon. Depois também há este e este. São o máximo, uma inspiração para trabalhar com os meus alunos.
E mais uma vez, o chocolate. Desta vez aqui bem perto, em Lisboa, no Príncipe Real. Chama-se Cláudio Corallo e qualquer dia tenho de o ir provar. As imagens falam por si.
Fomos ao cinema. Optámos por um filme de terror e não ficámos desiludidos. Mama foi o grande vencedor do Fantasporto e, apesar de estar carregadinho de clichés e não ser a maior obra prima da história do cinema de terror, tivemos uns sustos valentes.